Transportes recebe mais de 85 milhões de kwanzas de amortização

  • Directora do Gabinete Provincial dos Transportes, Trafego e Mobilidade Urbana do Cunene, Geraldina Paredes
Ondjiva - Oitenta e cinco milhões, 863 mil, 208 kwanzas é o valor que o Gabinete dos Transportes, Tráfego e Mobilidade Urbana arrecadou no período de 2017 ao primeiro semestre do ano em curso, para os cofres do Estado, com a amortização dos autocarros e mini autocarros.

Do valor, 72 milhões, 966 mil 810 e 13 cêntimos resultaram da amortização dos 30 autocarros entregues a 15 operadoras de transportes públicos, enquanto 12 milhões 896 mil 398 Kwanzas e dois cêntimos dos últimos 20 autocarros distribuídos a 12 empresas.

A informação foi avançada esta quinta-feira pela directora do gabinete dos Transportes no Cunene, Geraldina Paredes, realçando que no âmbito das estratégias do Executivo que visam melhorar a qualidade dos serviços prestados à população, a província recebeu 30 mini- autocarros em 2017, destes apenas 19 encontram-se operantes.

Estes meios, informou, serão amortizados num período de 60 parcelas correspondendo cinco anos, no valor de 124 mil 390 kwanzas e 91 cêntimos para as operadoras que realizam a rota urbana, enquanto para as rotas intermunicipais o valor fixado é de 119 mil e 699 kwanzas.

Já em 2019 recebeu-se uma frota de 12 novos autocarros e no ano seguinte mais oito autocarros no valor de  58 milhões 354 mil e 933 kwanzas, cada.

Esclareceu que cada beneficiário dos autocarros pagou ao Estado um valor inicial de dois milhões 917 mil e 746 kwanzas e mensalmente passaram a liquidar 461 mil e 976 kwanzas, 75 cêntimos, num período de 10 anos, correspondendo a 120 parcelas.

Geraldina Paredes realçou que o processo de amotinação decorre dentro da normalidade, depois de um longo período em que as operadoras não cumpriam com as suas obrigações, alegando a inoperância de algumas, mau estado das vias de acesso, agravada com a pandemia que reduziu o processo de facturação.

A responsável lembrou que para a entrega dos meios foram definidas algumas condicionantes onde empresas deveriam dispor de capacidade financeira para que com os próprios meios pudessem liquidar as parcelas ao invés de dependerem das receitas provenientes da actividade diária.

“Temos tido muitas reclamações das operadoras, pelo facto de muitas viaturas estarem num estado degradado, outras inoperantes e estamos a trabalhar para que as mesmas cumprem com as obrigações, pois a inoperância dos meios não deve condicionar o pagamento das parcelas”, sublinhou.

Disse que com o cumprimento destas obrigações, a província poderá receber novos meios, assim como habilitará estas empresas a beneficiar de outros meios, de contrário serão penalizações.

Do valor, 72 milhões, 966 mil 810 e 13 cêntimos resultaram da amortização dos 30 autocarros entregues a 15 operadoras de transportes públicos, enquanto 12 milhões 896 mil 398 Kwanzas e dois cêntimos dos últimos 20 autocarros distribuídos a 12 empresas.

A informação foi avançada esta quinta-feira pela directora do gabinete dos Transportes no Cunene, Geraldina Paredes, realçando que no âmbito das estratégias do Executivo que visam melhorar a qualidade dos serviços prestados à população, a província recebeu 30 mini- autocarros em 2017, destes apenas 19 encontram-se operantes.

Estes meios, informou, serão amortizados num período de 60 parcelas correspondendo cinco anos, no valor de 124 mil 390 kwanzas e 91 cêntimos para as operadoras que realizam a rota urbana, enquanto para as rotas intermunicipais o valor fixado é de 119 mil e 699 kwanzas.

Já em 2019 recebeu-se uma frota de 12 novos autocarros e no ano seguinte mais oito autocarros no valor de  58 milhões 354 mil e 933 kwanzas, cada.

Esclareceu que cada beneficiário dos autocarros pagou ao Estado um valor inicial de dois milhões 917 mil e 746 kwanzas e mensalmente passaram a liquidar 461 mil e 976 kwanzas, 75 cêntimos, num período de 10 anos, correspondendo a 120 parcelas.

Geraldina Paredes realçou que o processo de amotinação decorre dentro da normalidade, depois de um longo período em que as operadoras não cumpriam com as suas obrigações, alegando a inoperância de algumas, mau estado das vias de acesso, agravada com a pandemia que reduziu o processo de facturação.

A responsável lembrou que para a entrega dos meios foram definidas algumas condicionantes onde empresas deveriam dispor de capacidade financeira para que com os próprios meios pudessem liquidar as parcelas ao invés de dependerem das receitas provenientes da actividade diária.

“Temos tido muitas reclamações das operadoras, pelo facto de muitas viaturas estarem num estado degradado, outras inoperantes e estamos a trabalhar para que as mesmas cumprem com as obrigações, pois a inoperância dos meios não deve condicionar o pagamento das parcelas”, sublinhou.

Disse que com o cumprimento destas obrigações, a província poderá receber novos meios, assim como habilitará estas empresas a beneficiar de outros meios, de contrário serão penalizações.