Malanje: CFL solicita apoio dos governos no combate à vandalização da linha férrea

  • Comboio dos Caminhos de Ferro de Luanda
Malanje- A Administração Técnica do Caminho de Ferro de Luanda (CFL) solicitou a intervenção dos governos provinciais, no combate aos constantes actos de vandalismo que se registam ao longo do traçado Luanda/Cuanza Norte/Malanje.

Esta medida, surge em função dos roubos de placas de sinalização, travessas, meios de vedação, cabos eléctricos e outros equipamentos, que ocorrem ao longo da linha e nas estações do comboio.
 

A preocupação foi manifestada hoje pelo administrador técnico do CFL, Manuel João Lourenço, que considerou ser uma grande luta que está a ser travada frequentemente contra indivíduos que se dedicam a práticas destruidoras, cujos contornos são cada vez mais preocupantes.
 

“Temos vindo a travar uma luta titânica com indivíduos desconhecidos que todos os dias vandalizam equipamentos do CFL”, frisou, tendo defendido que o combate deverá abranger os autores dos roubos e compradores dos equipamentos.
 

Entretanto, o administrador anunciou para breve a reabilitação do ramal que liga Quizenga/Cacuso, em Malanje, por se tratar de uma via com curvas apertadas e com grande complexidade, que nunca foi substituída.
 

Por outro lado, Manuel Lourenço admitiu a possibilidade de aumento de 11 para 24, do número de vagões de transportação de gás à granel para a província de Malanje, com a retoma desse processo no domingo (19), 30 anos depois.

A composição com uma locomotiva GE-C30-ACI à cabeça transportou 440 metros cúbicos de gás, em 11 vagões cisternas, com capacidade de 40 mil litros cada um e prevê-se a realização regular deste tipo de comboio com uma periodicidade semanal.
 

A última transportação significativa deste produto pelo Caminho de Ferro de Luanda remonta ao ano de 1988, tendo sido paralisada devido ao conflito armado.
 

O Caminho-de-Ferro de Luanda tem uma extensão de 470 quilómetros e liga Luanda as províncias do Cuanza norte e Malanje.

Esta medida, surge em função dos roubos de placas de sinalização, travessas, meios de vedação, cabos eléctricos e outros equipamentos, que ocorrem ao longo da linha e nas estações do comboio.
 

A preocupação foi manifestada hoje pelo administrador técnico do CFL, Manuel João Lourenço, que considerou ser uma grande luta que está a ser travada frequentemente contra indivíduos que se dedicam a práticas destruidoras, cujos contornos são cada vez mais preocupantes.
 

“Temos vindo a travar uma luta titânica com indivíduos desconhecidos que todos os dias vandalizam equipamentos do CFL”, frisou, tendo defendido que o combate deverá abranger os autores dos roubos e compradores dos equipamentos.
 

Entretanto, o administrador anunciou para breve a reabilitação do ramal que liga Quizenga/Cacuso, em Malanje, por se tratar de uma via com curvas apertadas e com grande complexidade, que nunca foi substituída.
 

Por outro lado, Manuel Lourenço admitiu a possibilidade de aumento de 11 para 24, do número de vagões de transportação de gás à granel para a província de Malanje, com a retoma desse processo no domingo (19), 30 anos depois.

A composição com uma locomotiva GE-C30-ACI à cabeça transportou 440 metros cúbicos de gás, em 11 vagões cisternas, com capacidade de 40 mil litros cada um e prevê-se a realização regular deste tipo de comboio com uma periodicidade semanal.
 

A última transportação significativa deste produto pelo Caminho de Ferro de Luanda remonta ao ano de 1988, tendo sido paralisada devido ao conflito armado.
 

O Caminho-de-Ferro de Luanda tem uma extensão de 470 quilómetros e liga Luanda as províncias do Cuanza norte e Malanje.