Passageiros queixam-se das condições na estação rodoviária

Mbanza Kongo – Passageiros em Mbanza Kongo, província do Zaire, manifestaram-se, quinta-feira, indignados com as más condições de acolhimento e funcionamento da estação rodoviária local, inaugurada em 2014.

A infra-estrutura, que comporta dois edifícios paralelos, sendo um para bilheteiras e outro para serviços administrativos, salas de embarque e desembarque de passageiros, surgiu para conferir comodidade aos utentes.

A mesma permitiu também disciplinar o serviço das empresas de transporte público inter-provincial, que faziam das ruas da cidade espaços para embarque e desembarque de passageiros.

O passageiro Nlandu Sebastião, em declarações à ANGOP, reprova as actuais condições de higiene dos balneários, com o sistema de climatização da sala de espera inoperante, para além de as cadeiras estarem já bastante obsoletas.

Ana Fineza, também passageira, queixou-se do capim que cobriu a zona adjacente ao edifício de bilheteiras, assim como dos anexos onde funcionavam os serviços de restauração.

Na sua opinião, a estação rodoviária apresenta já sinais de vandalização em algumas janelas e portas que estão com os vidros quebrados.

Afonso Tavares, motorista, falou da falta de água canalizada na estação e da intermitência no fornecimento da energia eléctrica, que depende de um pequeno grupo gerador colocado no local.

“Por falta de água, a solução tem sido o matagal, para as necessidades fisiológicas”, desabafou.

A estação rodoviária está localizada em Nkunga a Paza, a sensivelmente quatro quilómetros do centro da cidade de Mbanza Kongo, zona sem cobertura de água e energia eléctrica da rede pública.

A ANGOP sabe que, aquando da sua entrada em funcionamento, em Março de 2014, foi estabelecida uma quota financeira (desconhecida) a ser paga pelas empresas de transporte público para o acesso ao espaço.

Na altura, esta infra-estrutura era gerida pela então direcção Provincial dos Transportes, Correios e Telecomunicações, tendo passado, recentemente, para a esfera da Administração Municipal de Mbanza Kongo, no âmbito do programa de descentralização dos serviços públicos.

A propósito, o administrador municipal de Mbanza Kongo, Manuel Nsiansoki Gomes, assegurou que o seu pelouro está atento às preocupações levantadas pelos utentes da estação rodoviária e trabalha para inverter o quadro.

Enumerou, entre as acções já concretizadas, a melhoria do sistema de fornecimento de energia eléctrica com a colocação de um pequeno grupo gerador, incluindo a iluminação pública do perímetro.

Explicou que a energia é fornecida somente no período nocturno, afirmando que a solução definitiva passa pela extensão da rede pública ao local pela empresa afim.

As demais inquietações apresentadas pelos passageiros e automobilistas terão a sua solução gradual, antes da retomada das rotas inter-provincial e inter-municipais, interrompidas por força das medidas de contenção da propagação da Covid-19 em vigor no país.

A infra-estrutura, que comporta dois edifícios paralelos, sendo um para bilheteiras e outro para serviços administrativos, salas de embarque e desembarque de passageiros, surgiu para conferir comodidade aos utentes.

A mesma permitiu também disciplinar o serviço das empresas de transporte público inter-provincial, que faziam das ruas da cidade espaços para embarque e desembarque de passageiros.

O passageiro Nlandu Sebastião, em declarações à ANGOP, reprova as actuais condições de higiene dos balneários, com o sistema de climatização da sala de espera inoperante, para além de as cadeiras estarem já bastante obsoletas.

Ana Fineza, também passageira, queixou-se do capim que cobriu a zona adjacente ao edifício de bilheteiras, assim como dos anexos onde funcionavam os serviços de restauração.

Na sua opinião, a estação rodoviária apresenta já sinais de vandalização em algumas janelas e portas que estão com os vidros quebrados.

Afonso Tavares, motorista, falou da falta de água canalizada na estação e da intermitência no fornecimento da energia eléctrica, que depende de um pequeno grupo gerador colocado no local.

“Por falta de água, a solução tem sido o matagal, para as necessidades fisiológicas”, desabafou.

A estação rodoviária está localizada em Nkunga a Paza, a sensivelmente quatro quilómetros do centro da cidade de Mbanza Kongo, zona sem cobertura de água e energia eléctrica da rede pública.

A ANGOP sabe que, aquando da sua entrada em funcionamento, em Março de 2014, foi estabelecida uma quota financeira (desconhecida) a ser paga pelas empresas de transporte público para o acesso ao espaço.

Na altura, esta infra-estrutura era gerida pela então direcção Provincial dos Transportes, Correios e Telecomunicações, tendo passado, recentemente, para a esfera da Administração Municipal de Mbanza Kongo, no âmbito do programa de descentralização dos serviços públicos.

A propósito, o administrador municipal de Mbanza Kongo, Manuel Nsiansoki Gomes, assegurou que o seu pelouro está atento às preocupações levantadas pelos utentes da estação rodoviária e trabalha para inverter o quadro.

Enumerou, entre as acções já concretizadas, a melhoria do sistema de fornecimento de energia eléctrica com a colocação de um pequeno grupo gerador, incluindo a iluminação pública do perímetro.

Explicou que a energia é fornecida somente no período nocturno, afirmando que a solução definitiva passa pela extensão da rede pública ao local pela empresa afim.

As demais inquietações apresentadas pelos passageiros e automobilistas terão a sua solução gradual, antes da retomada das rotas inter-provincial e inter-municipais, interrompidas por força das medidas de contenção da propagação da Covid-19 em vigor no país.