Transportadoras reabrem serviços inter-provinciais

  • Transportes públicos
Luanda – As operadoras de serviços inter-provinciais reabriram, na quarta-feira, as rotas, após o levantamento da cerca sanitária de Luanda.

As operadoras contactadas pela ANGOP garantem prontidão para atender a manda de solicitação, bem como respeitar as medidas de biossegurança impostas pela Comissão Multissectorial para a Prevenção e Combate à Covid-19.

Segundo o Presidente do Conselho de Administração da MACON, Luís Máquina, a operadora começou na quarta-feira e conta com uma frota de 670 autocarros, sendo 320 operacionais para inter-provincial.

“A empresa está preparada a 80 por cento para atender os clientes e apelamos a população a aderir aos nossos serviços”, referiu.

O responsável avançou que só na quarta-feira saíram de Luanda 30 autocarros para às demais províncias e no sentido inverso vieram 30 autocarros.

Destes números, totalizaram o transporte de 241 passageiros no primeiro dia da reabertura das operações inter-provinciais.

Em relação aos preços, Luís Máquina referiu que sofreram alguma alteração, sem avançar valores e percentagens, uma vez que com o cumprimento dos 70 por cento de ocupação obriga a custos avultados.

“Neste sentido, aumentamos até certo ponto os preços para compensar os gastos”, referiu.

Neste momento, a empresa conta com dois mil trabalhadores em casa, mas que estão a ser gradualmente chamados.

Quanto a despedidos, foram apenas 10 expatriados durante um ano e cinco meses.

Por sua vez, o despachante da operadora Ango-Real, Celso Adriano, referiu que vão retomar apenas na sexta-feira, 3, com as rotas de Benguela e do Huambo.

“A afluência tem sido considerável, mas na sua maioria vêm para se informarem sobre as medidas para viajar”, referiu.

Sobre  os preços, Celso Adriano avançou que para Benguela os valores estão na ordem dos 14 mil e 500 Kwanzas e Huambo a 15 mil e 300 Kz.

A cerca sanitária de Luanda foi levantada na terça-feira, um ano e cinco depois da sua imposição para fazer face ao surgimento da pandemia da Covid-19 em Angola.

 

As operadoras contactadas pela ANGOP garantem prontidão para atender a manda de solicitação, bem como respeitar as medidas de biossegurança impostas pela Comissão Multissectorial para a Prevenção e Combate à Covid-19.

Segundo o Presidente do Conselho de Administração da MACON, Luís Máquina, a operadora começou na quarta-feira e conta com uma frota de 670 autocarros, sendo 320 operacionais para inter-provincial.

“A empresa está preparada a 80 por cento para atender os clientes e apelamos a população a aderir aos nossos serviços”, referiu.

O responsável avançou que só na quarta-feira saíram de Luanda 30 autocarros para às demais províncias e no sentido inverso vieram 30 autocarros.

Destes números, totalizaram o transporte de 241 passageiros no primeiro dia da reabertura das operações inter-provinciais.

Em relação aos preços, Luís Máquina referiu que sofreram alguma alteração, sem avançar valores e percentagens, uma vez que com o cumprimento dos 70 por cento de ocupação obriga a custos avultados.

“Neste sentido, aumentamos até certo ponto os preços para compensar os gastos”, referiu.

Neste momento, a empresa conta com dois mil trabalhadores em casa, mas que estão a ser gradualmente chamados.

Quanto a despedidos, foram apenas 10 expatriados durante um ano e cinco meses.

Por sua vez, o despachante da operadora Ango-Real, Celso Adriano, referiu que vão retomar apenas na sexta-feira, 3, com as rotas de Benguela e do Huambo.

“A afluência tem sido considerável, mas na sua maioria vêm para se informarem sobre as medidas para viajar”, referiu.

Sobre  os preços, Celso Adriano avançou que para Benguela os valores estão na ordem dos 14 mil e 500 Kwanzas e Huambo a 15 mil e 300 Kz.

A cerca sanitária de Luanda foi levantada na terça-feira, um ano e cinco depois da sua imposição para fazer face ao surgimento da pandemia da Covid-19 em Angola.