OGE/2022 deve responder anseios da população – director da ADRA

Huambo – O director-geral da ADRA, Carlos Cambuta, defendeu esta quinta-feira, no Huambo, a necessidade do Orçamento Geral do Estado (OGE/2022) responder os anseios da população, com foco na agricultura, saúde e educação, para reduzir as assimetrias regionais.

O responsável da Organização Não-governamental angolana Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA) falava durante o encontro provincial das comunidades, prestigiado pelo vice-governador do Huambo para o sector Político, Social e Económico, Francisco Jamba Kata.

Conforme Carlos Cambuta, a iniciativa do Governo angolano em promover debates em volta do OGE, constitui um elemento chave para a resolução dos reais problemas das comunidades.

Disse ser um dos desafios desta organização, para os próximos anos, abranger todas comunidades  da  província do Huambo em debates do género,  em conformidade com a agenda 2020/2030, sobre os objectivos de desenvolvimento sustentável.

“Este é um desafio lançando a todas organizações da sociedade civil, cooperativas agrícolas e administrações locais do Estado, para que abordem, de forma conjunta, os anseios da população”, disse.

Carlos Cambuta manifestou a disponibilidade da ADRA em continuar a cooperar com as instituições do Estado e não só, para a promoção do desenvolvimento socioeconómico almejado por todos.

Já Francisco Jamba Cata manifestou a abertura e disponibilidade do Governo local em trabalhar com a ADRA na melhoria do bem-estar da população.

Sublinhou que o Estado acompanha, com muita atenção, o empenho da ADRA no fortalecimento das capacidades das cooperativas e associações de camponeses, principalmente na componente de apoio à produção agro-pecuária, gestão do ambiente, incentivo ao empreendedorismo juvenil, saúde, saneamento básico, reforço da cidadania, entre outros.

Decorrido sob o lema “ Comunidades resilientes pela cidadania e inclusão social", o evento, no qual participaram membros de partidos políticos com assento parlamentar, da sociedade civil, de associações e cooperativas agrícolas, visou avaliar o relatório das actividades da ADRA 2020/2021, bem como analisar o impacto dos mesmos na vida das comunidades, além de fortalecer a cooperação na implementação de projectos entre as acções governamentais e dos parceiros.

Nesta província, onde vivem mais de dois milhões e 500 habitantes distribuídos nos 11 municípios, a ADRA intervem nas municipalidades do Bailundo, Caála, Huambo e Longonjo, cuja acção social alcançou, de forma directa, mais de duas mil e 500 famílias, e indirecta, acima de 11 mil, que estão organizadas em 39 associações e 18 cooperativas.

No quadro da preparação e execução do OGE para o exercício económico 2022, o Governo angolano iniciou, recentemente, a implementação do orçamento participativo nos 164 municípios do país, com vista a auscultar os cidadãos, a partir das suas comunidades.

O responsável da Organização Não-governamental angolana Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA) falava durante o encontro provincial das comunidades, prestigiado pelo vice-governador do Huambo para o sector Político, Social e Económico, Francisco Jamba Kata.

Conforme Carlos Cambuta, a iniciativa do Governo angolano em promover debates em volta do OGE, constitui um elemento chave para a resolução dos reais problemas das comunidades.

Disse ser um dos desafios desta organização, para os próximos anos, abranger todas comunidades  da  província do Huambo em debates do género,  em conformidade com a agenda 2020/2030, sobre os objectivos de desenvolvimento sustentável.

“Este é um desafio lançando a todas organizações da sociedade civil, cooperativas agrícolas e administrações locais do Estado, para que abordem, de forma conjunta, os anseios da população”, disse.

Carlos Cambuta manifestou a disponibilidade da ADRA em continuar a cooperar com as instituições do Estado e não só, para a promoção do desenvolvimento socioeconómico almejado por todos.

Já Francisco Jamba Cata manifestou a abertura e disponibilidade do Governo local em trabalhar com a ADRA na melhoria do bem-estar da população.

Sublinhou que o Estado acompanha, com muita atenção, o empenho da ADRA no fortalecimento das capacidades das cooperativas e associações de camponeses, principalmente na componente de apoio à produção agro-pecuária, gestão do ambiente, incentivo ao empreendedorismo juvenil, saúde, saneamento básico, reforço da cidadania, entre outros.

Decorrido sob o lema “ Comunidades resilientes pela cidadania e inclusão social", o evento, no qual participaram membros de partidos políticos com assento parlamentar, da sociedade civil, de associações e cooperativas agrícolas, visou avaliar o relatório das actividades da ADRA 2020/2021, bem como analisar o impacto dos mesmos na vida das comunidades, além de fortalecer a cooperação na implementação de projectos entre as acções governamentais e dos parceiros.

Nesta província, onde vivem mais de dois milhões e 500 habitantes distribuídos nos 11 municípios, a ADRA intervem nas municipalidades do Bailundo, Caála, Huambo e Longonjo, cuja acção social alcançou, de forma directa, mais de duas mil e 500 famílias, e indirecta, acima de 11 mil, que estão organizadas em 39 associações e 18 cooperativas.

No quadro da preparação e execução do OGE para o exercício económico 2022, o Governo angolano iniciou, recentemente, a implementação do orçamento participativo nos 164 municípios do país, com vista a auscultar os cidadãos, a partir das suas comunidades.