Ministra solicita apoio da FAO para programas de empoderamento das mulheres

  • Ministra de Estado para Área Social, Carolina Cerqueira, reúne-se com o director do FAO
Luanda – O Governo angolano solicitou à FAO, esta quarta-feira, em Roma (Itália), a intensificação da cooperação por via de financiamento e assistência operacional a programas que promovam o empoderamento e a autonomização das mulheres.

O pedido foi feito pela ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, ao director-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Qu Dongyou, durante um encontro à margem da Pré-Cimeira sobre os Sistemas Alimentares.

A ministra disse que no actual contexto mundial, marcado pela retracção da economia, a agricultura é um factor importante para garantir a produção e distribuição dos alimentos de forma inclusiva e como fonte geradora de emprego, uma vez que a fome, o desemprego e a carência alimentar afectam profundamente o tecido social de todos os países e causam o empobrecimento das famílias.

Carolina Cerqueira referiu-se, igualmente, à importância da formação e treinamento dos jovens com novas técnicas agrícolas e de aperfeiçoamento, para acelerarem o desenvolvimento da economia azul e pescas, áreas que garantem um rápido desenvolvimento sustentável e capaz de criar mais postos de trabalho e melhor qualidade de vida.

Informou as acções em curso em Angola no domínio económico e social, com vista a melhorar a qualidade da educação, assim como o contínuo investimento na saúde, assistência e segurança social e na qualificação profissional dos jovens, em particular dos mais vulneráveis e das zonas rurais.

"A mecanização agrícola, a produção e transformação dos alimentos e sua comercialização são desafios em que Angola está a investir, para se tornar auto-suficiente do ponto de vista alimentar através da implementação de políticas locais adequadas", reforçou.

Ressaltou que a cooperação multilateral no domínio alimentar pode trazer vantagens capazes de garantir o bem-estar, a justiça social e o acesso equitativo aos alimentos, bem como combater a sub-nutrição.

Em relação à seca no Sul e Sudeste de Angola, com consequências graves a nível social, agradeceu o apoio da FAO, que tem permitido o desenvolvimento de projectos de resiliência e inclusão social, de combate à pobreza e de desenvolvimento durável.

Aproveitou a oportunidade para solicitar a ampliação da acção da organização para, em conjunto com o Governo de Angola, prosseguir os esforços para atingir os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Por seu turno, o director-geral da FAO enalteceu o papel de Angola na região africana, na nobre missão de paz e de pacificação, elogiando os esforços do Presidente João Lourenço no desenvolvimento económico e humano do país, apesar da complexa situação económica do mundo.

 

O pedido foi feito pela ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, ao director-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Qu Dongyou, durante um encontro à margem da Pré-Cimeira sobre os Sistemas Alimentares.

A ministra disse que no actual contexto mundial, marcado pela retracção da economia, a agricultura é um factor importante para garantir a produção e distribuição dos alimentos de forma inclusiva e como fonte geradora de emprego, uma vez que a fome, o desemprego e a carência alimentar afectam profundamente o tecido social de todos os países e causam o empobrecimento das famílias.

Carolina Cerqueira referiu-se, igualmente, à importância da formação e treinamento dos jovens com novas técnicas agrícolas e de aperfeiçoamento, para acelerarem o desenvolvimento da economia azul e pescas, áreas que garantem um rápido desenvolvimento sustentável e capaz de criar mais postos de trabalho e melhor qualidade de vida.

Informou as acções em curso em Angola no domínio económico e social, com vista a melhorar a qualidade da educação, assim como o contínuo investimento na saúde, assistência e segurança social e na qualificação profissional dos jovens, em particular dos mais vulneráveis e das zonas rurais.

"A mecanização agrícola, a produção e transformação dos alimentos e sua comercialização são desafios em que Angola está a investir, para se tornar auto-suficiente do ponto de vista alimentar através da implementação de políticas locais adequadas", reforçou.

Ressaltou que a cooperação multilateral no domínio alimentar pode trazer vantagens capazes de garantir o bem-estar, a justiça social e o acesso equitativo aos alimentos, bem como combater a sub-nutrição.

Em relação à seca no Sul e Sudeste de Angola, com consequências graves a nível social, agradeceu o apoio da FAO, que tem permitido o desenvolvimento de projectos de resiliência e inclusão social, de combate à pobreza e de desenvolvimento durável.

Aproveitou a oportunidade para solicitar a ampliação da acção da organização para, em conjunto com o Governo de Angola, prosseguir os esforços para atingir os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Por seu turno, o director-geral da FAO enalteceu o papel de Angola na região africana, na nobre missão de paz e de pacificação, elogiando os esforços do Presidente João Lourenço no desenvolvimento económico e humano do país, apesar da complexa situação económica do mundo.