Governadora condena vandalização dos bens públicos

  • Pormenor de um largo na cidade do Huambo
Caála – A governadora da província do Huambo, Lotti Nolika, condenou, este domingo, a vandalização dos bens públicos, com destaque para a linha de transportação de energia eléctrica a comuna da Calenga, município da Caála.

Nesta localidade está em curso o processo de implementação de 40 torres de média tensão e sete Postos de Transformação, com uma capacidade de 250 KVA, com o objectivo de fornecer energia eléctrica a 800 residências, a razão de 120 casas por cada PT.

O projecto de electrificação da comuna da Calenga, que devia terminar em Julho último, estará interligado a barragem de Laúca, província de Malanje, a partir da central do Belém, periferia da cidade do Huambo.

Conforme a governante, o empreendimento só não foi inaugurado devido ao acto de vandalização a que tem sido alvo.

Lotti Nolika incentivou, por esta razão, a intensificação da vigilância e da cultura de denúncia de todos àqueles que destroem os bens públicos, por atrasar o crescimento das comunidades e o bem-estar comum.

O projecto de electrificação, iniciado no mês de Fevereiro do corrente ano, visa melhorar as condições de vida das famílias, através do fornecimento regular de energia tanto domiciliar como da rede pública.

A comuna da Calenga está privada do fornecimento de energia eléctrica desde 2014, depois da avaria técnica dos dois grupos geradores, respectivamente, com 135 e 250 KVA, que fornecia para um universo de 207 famílias.

Vivem nesta localidade, a 33 quilómetros da cidade do Huambo, 52 mil habitantes, distribuídos em 52 aldeias.

 

Nesta localidade está em curso o processo de implementação de 40 torres de média tensão e sete Postos de Transformação, com uma capacidade de 250 KVA, com o objectivo de fornecer energia eléctrica a 800 residências, a razão de 120 casas por cada PT.

O projecto de electrificação da comuna da Calenga, que devia terminar em Julho último, estará interligado a barragem de Laúca, província de Malanje, a partir da central do Belém, periferia da cidade do Huambo.

Conforme a governante, o empreendimento só não foi inaugurado devido ao acto de vandalização a que tem sido alvo.

Lotti Nolika incentivou, por esta razão, a intensificação da vigilância e da cultura de denúncia de todos àqueles que destroem os bens públicos, por atrasar o crescimento das comunidades e o bem-estar comum.

O projecto de electrificação, iniciado no mês de Fevereiro do corrente ano, visa melhorar as condições de vida das famílias, através do fornecimento regular de energia tanto domiciliar como da rede pública.

A comuna da Calenga está privada do fornecimento de energia eléctrica desde 2014, depois da avaria técnica dos dois grupos geradores, respectivamente, com 135 e 250 KVA, que fornecia para um universo de 207 famílias.

Vivem nesta localidade, a 33 quilómetros da cidade do Huambo, 52 mil habitantes, distribuídos em 52 aldeias.