Cidadãos solicitam clareza na distribuição de lotes no Quilómetro 11

  • Casa do Plano de loteamento para a Construção Dirigida do Km 11
Luanda – Cidadãos na província do Cuanza Norte elogiaram a implementação do projecto de auto construção dirigida Quilometro 11 e solicitam clareza na distribuição dos lotes.

Falando à ANGOP,  os cidadãos interpelados destacaram o facto de o projecto promover  a  construção de residências em área urbanizada e com serviços sociais básicos, como energia eléctrica, água canalizada. escola, instituição de saúde  e segurança pública.

Para o soba João António Alexandre,  o projecto é bom e  vai ajudar muitas  famílias a  concretizar o sonho da casa própria.

O cidadão Domingos José destacou o facto do Quilómetro 11 promover o surgimento de uma zona habitacional melhor organizada, com casas bem direccionados e com serviços essenciais para a população, sobretudo, energia eléctrica, água potável, saneamento básico, educação e  saúde.

Eduardo Sumbo, também enalteceu a iniciativa, que, a seu ver, vai minimizar a carência habitacional na cidade de Ndalatando e proporcionar melhores condiçoes de habitabilidade.

Adilson dos Santos, assessor para a Área Técnica  do governador da província, esclareceu que os lotes são cedidos mediante requerimento do cidadão à Administração Municipal do Cazengo, responsável pela distribuição.

Informou que os actuais moradores do Quilómetro 11 foram cadastrados e vão benefiaciar de residências, que serão construidas pelo Governo.

O  contemplado paga uma taxa de 140 mil kwanzas, em prestações de oito mil kwanzas/mês, durante um ano e seis meses.

Os cidadãos sinistrados ou que vivem em áreas de risco, que estão livres de qualquer emolumento, foram cadastrados pelo Governo e já receberam os lotes.

As obras do projecto Quilómetro 11 tiveram início em Maio de 2020 e estão a ser financiadas por contribuições e doações de particulares, facto que, conforme  o governador do Cuanza Norte, Adriano Mendes de Carvalho, atrasa os trabalhos.

O loteamento do Quilómetro11 conta com água potável, fornecida por um furo artesiano, energia eléctrica da rede pública e arruamentos.

Conta, ainda, com mais de 100 casas particulares, em construção, e 12 residências-modelo de diferentes tipologias, já concluídas, edificadas pelo Governo da província.

Tem projectada a construção de um posto policial, escola primária, infantário, igreja, posto de saúde, quartel dos bombeiros, área comercial e de infra-estruturas de recreação e desportivas.

O bairro vai beneficiar de uma conduta de abastecimento de água, derivada da nova estação de captação de Ndalatando, que será construída no rio Lucala.

O projecto, localizado a 11 quilómetros de Ndalatando, está a ser erguido numa área de 262,32 hectares, para mais de três mil lotes.

Conta com 700 parcelas de terra loteadas, das quais 495 foram já distribuídas.

Projectado inicialmente para o realojamento de 265 famílias sinistradas de Ndalatando, em consequência da chuva, o espaço está agora a ser aproveitado para o reassentamento de cidadãos que construíram em zonas de risco, como encostas, leitos de rios e cursos de água.

Está, também, preparado para albergar pessoas interessados em adquirir espaços para a construção de moradias ou de estabelecimentos comerciais.

Contempla, ainda, espaço para o fomento de actividade agrícola, num loteamento agrário de 75 hectares, para 150 beneficiários, numa primeira fase.

Cada beneficiário recebe meio hectare. A ideia é integrar no processo produtivo os futuros moradores do bairro, incentivando-os a fazer parte de uma cooperativa agrícola.

Falando à ANGOP,  os cidadãos interpelados destacaram o facto de o projecto promover  a  construção de residências em área urbanizada e com serviços sociais básicos, como energia eléctrica, água canalizada. escola, instituição de saúde  e segurança pública.

Para o soba João António Alexandre,  o projecto é bom e  vai ajudar muitas  famílias a  concretizar o sonho da casa própria.

O cidadão Domingos José destacou o facto do Quilómetro 11 promover o surgimento de uma zona habitacional melhor organizada, com casas bem direccionados e com serviços essenciais para a população, sobretudo, energia eléctrica, água potável, saneamento básico, educação e  saúde.

Eduardo Sumbo, também enalteceu a iniciativa, que, a seu ver, vai minimizar a carência habitacional na cidade de Ndalatando e proporcionar melhores condiçoes de habitabilidade.

Adilson dos Santos, assessor para a Área Técnica  do governador da província, esclareceu que os lotes são cedidos mediante requerimento do cidadão à Administração Municipal do Cazengo, responsável pela distribuição.

Informou que os actuais moradores do Quilómetro 11 foram cadastrados e vão benefiaciar de residências, que serão construidas pelo Governo.

O  contemplado paga uma taxa de 140 mil kwanzas, em prestações de oito mil kwanzas/mês, durante um ano e seis meses.

Os cidadãos sinistrados ou que vivem em áreas de risco, que estão livres de qualquer emolumento, foram cadastrados pelo Governo e já receberam os lotes.

As obras do projecto Quilómetro 11 tiveram início em Maio de 2020 e estão a ser financiadas por contribuições e doações de particulares, facto que, conforme  o governador do Cuanza Norte, Adriano Mendes de Carvalho, atrasa os trabalhos.

O loteamento do Quilómetro11 conta com água potável, fornecida por um furo artesiano, energia eléctrica da rede pública e arruamentos.

Conta, ainda, com mais de 100 casas particulares, em construção, e 12 residências-modelo de diferentes tipologias, já concluídas, edificadas pelo Governo da província.

Tem projectada a construção de um posto policial, escola primária, infantário, igreja, posto de saúde, quartel dos bombeiros, área comercial e de infra-estruturas de recreação e desportivas.

O bairro vai beneficiar de uma conduta de abastecimento de água, derivada da nova estação de captação de Ndalatando, que será construída no rio Lucala.

O projecto, localizado a 11 quilómetros de Ndalatando, está a ser erguido numa área de 262,32 hectares, para mais de três mil lotes.

Conta com 700 parcelas de terra loteadas, das quais 495 foram já distribuídas.

Projectado inicialmente para o realojamento de 265 famílias sinistradas de Ndalatando, em consequência da chuva, o espaço está agora a ser aproveitado para o reassentamento de cidadãos que construíram em zonas de risco, como encostas, leitos de rios e cursos de água.

Está, também, preparado para albergar pessoas interessados em adquirir espaços para a construção de moradias ou de estabelecimentos comerciais.

Contempla, ainda, espaço para o fomento de actividade agrícola, num loteamento agrário de 75 hectares, para 150 beneficiários, numa primeira fase.

Cada beneficiário recebe meio hectare. A ideia é integrar no processo produtivo os futuros moradores do bairro, incentivando-os a fazer parte de uma cooperativa agrícola.