Responsável pede colocação de veterinários nos matadouros do país

Cuito - O responsável de todas as cadeias pecuárias do país, Mouras Cordeiro, defendeu hoje, na cidade do Cuito, província do Bié, à necessidade do Executivo colocar um médico veterinário em cada município de Angola, visando garantir a inspecção que se precisa nos diversos matadouros locais.

Falando à ANGOP, no âmbito do III fórum das cooperativas pecuárias de Angola, que arrancou nesta sexta-feira, no Cuito, sublinhou ser urgente o recrutamento dos médicos veterinários nos matadouros dos municípios do país, de modo que haja prevenção da saúde pública, sobretudo evitando o consumo de carne imprópria.

Mouras Cordeiro avançou que o Ministério da Agricultura e Floresta está há mais de 12 anos que não realiza concurso público para recrutamento de médicos veterinários, quando na verdade este sector carece de quadros, exemplificando a existência de 250 médicos no Huambo que são docentes.

Os médicos veterinários nos matadouros, segundo ele, deviam acompanhar a inspecção antes e depois do abate dos animais, o que constitui nos moldes actuais um perigo ao cidadão comum no consumo da carne.

Quanto à cadeia de valor da pecuária em Angola, Mouras Cordeiro considerou estar a enfrentar sérios constrangimentos por conta da pouca produção da ração, principalmente das aves e suínos, como milho, soja, gergelim, amendoim, girassol e outros.

Profissional desde 1987, Mouras Cordeiro diz haver pouca auscultação dos médicos veterinários em Angola, o que dificulta ainda mais o sector da cadeia de valor da pecuária em todo território nacional.

A título de exemplo, de acordo com este responsável, os médicos veterinários efectuaram uma solicitação junto do Ministério da Saúde para ajudarem no combate à covid-19, porém, até ao momento não foram chamados, ao contrário do que se verifica em outros países em que estes profissionais estão na linha da frente da pandemia.

O III fórum das cooperativas pecuárias de Angola arrancou esta sexta-feira, na cidade do Cuito, província do Bié, com estratégias viradas para o aumento da produção animal no país, visando a redução das importações.

Durante dois dias, os participantes vindo das 18 províncias do país vão debater temas como últimas propostas do grupo técnico empresarial aprovadas pelo Executivo, taxas aduaneiras redução do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) e impacto na pecuária.

Constam ainda o financiamento às cooperativas, estado actual e propostas, constituições das uniões regionais e seu modo operante, cadeia de valor da pecuária de Angola, primeira visita da Biocampo a Angola, contribuição e colaboração do laboratório na melhoria da genética nos rebanhos, bem como a constituição do núcleo do Bié e outros temas.

Falando à ANGOP, no âmbito do III fórum das cooperativas pecuárias de Angola, que arrancou nesta sexta-feira, no Cuito, sublinhou ser urgente o recrutamento dos médicos veterinários nos matadouros dos municípios do país, de modo que haja prevenção da saúde pública, sobretudo evitando o consumo de carne imprópria.

Mouras Cordeiro avançou que o Ministério da Agricultura e Floresta está há mais de 12 anos que não realiza concurso público para recrutamento de médicos veterinários, quando na verdade este sector carece de quadros, exemplificando a existência de 250 médicos no Huambo que são docentes.

Os médicos veterinários nos matadouros, segundo ele, deviam acompanhar a inspecção antes e depois do abate dos animais, o que constitui nos moldes actuais um perigo ao cidadão comum no consumo da carne.

Quanto à cadeia de valor da pecuária em Angola, Mouras Cordeiro considerou estar a enfrentar sérios constrangimentos por conta da pouca produção da ração, principalmente das aves e suínos, como milho, soja, gergelim, amendoim, girassol e outros.

Profissional desde 1987, Mouras Cordeiro diz haver pouca auscultação dos médicos veterinários em Angola, o que dificulta ainda mais o sector da cadeia de valor da pecuária em todo território nacional.

A título de exemplo, de acordo com este responsável, os médicos veterinários efectuaram uma solicitação junto do Ministério da Saúde para ajudarem no combate à covid-19, porém, até ao momento não foram chamados, ao contrário do que se verifica em outros países em que estes profissionais estão na linha da frente da pandemia.

O III fórum das cooperativas pecuárias de Angola arrancou esta sexta-feira, na cidade do Cuito, província do Bié, com estratégias viradas para o aumento da produção animal no país, visando a redução das importações.

Durante dois dias, os participantes vindo das 18 províncias do país vão debater temas como últimas propostas do grupo técnico empresarial aprovadas pelo Executivo, taxas aduaneiras redução do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) e impacto na pecuária.

Constam ainda o financiamento às cooperativas, estado actual e propostas, constituições das uniões regionais e seu modo operante, cadeia de valor da pecuária de Angola, primeira visita da Biocampo a Angola, contribuição e colaboração do laboratório na melhoria da genética nos rebanhos, bem como a constituição do núcleo do Bié e outros temas.