Malária mata 730 pessoas em seis meses no Huambo

Huambo – Setecentas e 30 pessoas morreram de Janeiro a Junho deste ano, na província do Huambo, vítimas de malária, mais 325 casos em comparação ao idêntico período de 2020, apurou a ANGOP, nesta sexta-feira.

Conforme as declarações prestadas pelo supervisor do Programa de Controlo da Malária nesta região, Luciano Sangueve, os óbitos resultam de 534 mil e 699 casos diagnósticos neste período, contra os 242 mil 959 notificados nos primeiros seis meses do ano transacto.

Disse que parte dos óbitos ocorreram no Hospital Central (303), seguido da Caála, (221), Huambo (52) e Ecunha (49).

Em termos de prevalência da doença, informou que o município do Huambo é o que mais casos registou, com 155 mil e 128, seguido da Chicala-Cholohanga, com 66 mil e 656 e Longonjo, com 50 mil e 700.

Luciano Sangueve referiu que, apesar de a província dispor de fármacos para o tratamento de casos positivos de malária simples e ligeiras, enfrenta dificuldades em termos de meios de prevenção, começando pelas redes mosquiteiras.

Referiu que o stock da província dispõe apenas de 18 mil redes mosquiteiras, uma cifra bastante insuficiente para atender a demanda, numa altura em que decorre o processo de distribuição nas unidades sanitárias, com primazia para as gestantes e menores de cinco anos de idade.

Apontou a chegada tardia nas unidades sanitárias, por ainda preferirem tratamentos tradicionais, como a principal dificuldade na assistência aos doentes de malária, visto que alguns deles aparecem já em estado grave, deixando a equipa de saúde sem solução.

Face à situação, fez saber que as autoridades sanitárias, em parceria com os líderes comunitários, têm desenvolvido campanhas de sensibilização para desencorajar as mesmas práticas.

Composta por 11 municípios, onde vivem dois milhões, 557 mil e oito habitantes, o Sistema de Saúde da província do Huambo está constituído por 256 unidades sanitárias, num universo de duas mil e 126 camas em diversas enfermarias e 14 na Unidade de Tratamentos Intensivos (UTI).

Conta com 308 médicos, três mil e 639 enfermeiros, 467 técnicos de diagnósticos e terapeuta, assim como 825 administrativos, além de outros profissionais indispensáveis para o seu normal funcionamento.

 

Conforme as declarações prestadas pelo supervisor do Programa de Controlo da Malária nesta região, Luciano Sangueve, os óbitos resultam de 534 mil e 699 casos diagnósticos neste período, contra os 242 mil 959 notificados nos primeiros seis meses do ano transacto.

Disse que parte dos óbitos ocorreram no Hospital Central (303), seguido da Caála, (221), Huambo (52) e Ecunha (49).

Em termos de prevalência da doença, informou que o município do Huambo é o que mais casos registou, com 155 mil e 128, seguido da Chicala-Cholohanga, com 66 mil e 656 e Longonjo, com 50 mil e 700.

Luciano Sangueve referiu que, apesar de a província dispor de fármacos para o tratamento de casos positivos de malária simples e ligeiras, enfrenta dificuldades em termos de meios de prevenção, começando pelas redes mosquiteiras.

Referiu que o stock da província dispõe apenas de 18 mil redes mosquiteiras, uma cifra bastante insuficiente para atender a demanda, numa altura em que decorre o processo de distribuição nas unidades sanitárias, com primazia para as gestantes e menores de cinco anos de idade.

Apontou a chegada tardia nas unidades sanitárias, por ainda preferirem tratamentos tradicionais, como a principal dificuldade na assistência aos doentes de malária, visto que alguns deles aparecem já em estado grave, deixando a equipa de saúde sem solução.

Face à situação, fez saber que as autoridades sanitárias, em parceria com os líderes comunitários, têm desenvolvido campanhas de sensibilização para desencorajar as mesmas práticas.

Composta por 11 municípios, onde vivem dois milhões, 557 mil e oito habitantes, o Sistema de Saúde da província do Huambo está constituído por 256 unidades sanitárias, num universo de duas mil e 126 camas em diversas enfermarias e 14 na Unidade de Tratamentos Intensivos (UTI).

Conta com 308 médicos, três mil e 639 enfermeiros, 467 técnicos de diagnósticos e terapeuta, assim como 825 administrativos, além de outros profissionais indispensáveis para o seu normal funcionamento.