Mais de 80 médicos suspensos por dívidas à Ordem  

  • Médicos volutários dedicaram-se a realizar somente cirurgias (foto ilustração)
Lubango - Oitenta e oito médicos da Huíla, Namibe e Cuando Cubango foram suspensos pela Ordem afim (ORMED), desde o dia 16 deste mês, por incumprimento no pagamento de quotas, alguns há mais de um ano.

Dos 88, 62 são da província da Huíla, 12 do Cuando Cubango e 14 do Namibe. Até hoje, quinta-feira, 30 já liquidaram a dívida e terão a suspensão levantada. A quota está fixada em três mil 97 Kwanzas/mês.

Quanto aos que pagaram a dívida, o Cuando Cubango regularizou na totalidade, ao passo que a Huíla tem 14 e o Namibe quatro.

Em declarações à ANGOP hoje, quinta-feira, o vice-presidente do Conselho Regional Sul da ORMED, Nivaldino Manuel, disse que optaram por suspender de forma intercalada, para salvaguardar a continuidade da assistência médica nos hospitais.

Segundo a fonte, os referidos médicos continuam a exercer a sua actividade laboral na normalidade, mediante uma moratória de 15 dias para a regularização do pendente.

“Estamos a falar de dívidas de anos. Temos agendado encontros com os visados, com as direcções das unidades e gabinetes provinciais da Saúde, para ultrapassar-se o problema”, continuou.   

Fez saber que o levantamento da suspensão dos profissionais abrangidos pela medida ocorre de forma automática, após liquidação da dívida.

Nivaldino Manuel apelou aos associados a cumprirem com as suas obrigações de forma cívica, em respeito aos regulamentos internos e cumprimento dos estatutos, para garantia de uma Ordem funcional.

O Conselho Regional Sul da ORMED controla 780 médicos, dos quais 530 estão inscritos na Huíla.

Dos 88, 62 são da província da Huíla, 12 do Cuando Cubango e 14 do Namibe. Até hoje, quinta-feira, 30 já liquidaram a dívida e terão a suspensão levantada. A quota está fixada em três mil 97 Kwanzas/mês.

Quanto aos que pagaram a dívida, o Cuando Cubango regularizou na totalidade, ao passo que a Huíla tem 14 e o Namibe quatro.

Em declarações à ANGOP hoje, quinta-feira, o vice-presidente do Conselho Regional Sul da ORMED, Nivaldino Manuel, disse que optaram por suspender de forma intercalada, para salvaguardar a continuidade da assistência médica nos hospitais.

Segundo a fonte, os referidos médicos continuam a exercer a sua actividade laboral na normalidade, mediante uma moratória de 15 dias para a regularização do pendente.

“Estamos a falar de dívidas de anos. Temos agendado encontros com os visados, com as direcções das unidades e gabinetes provinciais da Saúde, para ultrapassar-se o problema”, continuou.   

Fez saber que o levantamento da suspensão dos profissionais abrangidos pela medida ocorre de forma automática, após liquidação da dívida.

Nivaldino Manuel apelou aos associados a cumprirem com as suas obrigações de forma cívica, em respeito aos regulamentos internos e cumprimento dos estatutos, para garantia de uma Ordem funcional.

O Conselho Regional Sul da ORMED controla 780 médicos, dos quais 530 estão inscritos na Huíla.