Governador defende capacitação contínua dos efectivos do SME

Soyo- O governador do Zaire, Pedro Makita Armando Júlia, considerou, esta quinta-feira, na cidade do Soyo, indispensável a formação técnico-profissional contínua dos efectivos do Serviço de Migração e Estrangeiro (SME).

De acordo com o governdor, que falava no acto de abertura da reunião regional de fronteiras das zonas migratórias Norte e Leste, que decorre até sexta-feira, 24 de Setembro, nesta cidade, a formação eleva os níveis de actuação das forças no combate aos crimes transfronteiriços.

De acordo com Pedro Makita Armando Júlia, o combate cerrado aos crimes ao longo das fronteiras com os países vizinhos obriga, também, ao reequipamento em meios dos efectivos.

“Torna-se imperiosa adaptar este combate à dinâmica do mundo actual, com base ao recurso à ciência, tecnologia e modernização dos meios.

Precisou que a imigração ilegal, o contrabando de combustível, tráfico ilícito de diamantes, ouro e a pesca ilegal são os principais crimes que ocorrem ao longo da fronteira comum com a RDC e que preocupam as autoridades nacionais competentes.

Manifestou confiança que este encontro produzirá importantes medidas que irão aprimorar o combate contra estes fenómenos.

Por sua vez, o director-geral do Serviço de Migração e Esrangeiro (SME),  comissário principal João da Costa Dias, entende que o paradigma da globalização do mundo actual ajuda a atracção de investimentos que geram desenvolvimento.

Alertou, entretanto, para o perigo que representam para o país as ameaças relacionadas aos fluxos migratórios e factores conexos.

No seu entender, a dinâmica do mundo contemporâneo impõe aos  países desafios decisivos que impecçam interferências na acção governativa ou influências  profundas de vária índole no futuro dos Estados soberanos.

Precisou que, estes desafios estão relacionados com a necessidade da preservação da soberania e da segurança nacionais.

Destacou as orientações imanadas pelo executivo angolano, expressas no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018/2022, referentes à melhoria do controlo das fronteiras nacionais.

Frisou que estas directrizes enfatizam a necessidade de se evitar que as fronteiras nacionais sejam acedidas por redes de crimes organizadas e imigrantes ilegais considerados factores de risco pela União Africana (UA).

O encontro, em que participam responsáveis do SME provenientes das províncias de Cabinda, Uige, Lunda Norte, Malanje, Lunda Sul e Moxico, está,  igualmente, a debruçar-se sobre a proposta de institucionalização das zonas regionais migratórias.

A província do Zaire partilha uma fronteira terrestre e fluvial coma RDC calculada em 310 quilómetros.

 

 

De acordo com o governdor, que falava no acto de abertura da reunião regional de fronteiras das zonas migratórias Norte e Leste, que decorre até sexta-feira, 24 de Setembro, nesta cidade, a formação eleva os níveis de actuação das forças no combate aos crimes transfronteiriços.

De acordo com Pedro Makita Armando Júlia, o combate cerrado aos crimes ao longo das fronteiras com os países vizinhos obriga, também, ao reequipamento em meios dos efectivos.

“Torna-se imperiosa adaptar este combate à dinâmica do mundo actual, com base ao recurso à ciência, tecnologia e modernização dos meios.

Precisou que a imigração ilegal, o contrabando de combustível, tráfico ilícito de diamantes, ouro e a pesca ilegal são os principais crimes que ocorrem ao longo da fronteira comum com a RDC e que preocupam as autoridades nacionais competentes.

Manifestou confiança que este encontro produzirá importantes medidas que irão aprimorar o combate contra estes fenómenos.

Por sua vez, o director-geral do Serviço de Migração e Esrangeiro (SME),  comissário principal João da Costa Dias, entende que o paradigma da globalização do mundo actual ajuda a atracção de investimentos que geram desenvolvimento.

Alertou, entretanto, para o perigo que representam para o país as ameaças relacionadas aos fluxos migratórios e factores conexos.

No seu entender, a dinâmica do mundo contemporâneo impõe aos  países desafios decisivos que impecçam interferências na acção governativa ou influências  profundas de vária índole no futuro dos Estados soberanos.

Precisou que, estes desafios estão relacionados com a necessidade da preservação da soberania e da segurança nacionais.

Destacou as orientações imanadas pelo executivo angolano, expressas no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018/2022, referentes à melhoria do controlo das fronteiras nacionais.

Frisou que estas directrizes enfatizam a necessidade de se evitar que as fronteiras nacionais sejam acedidas por redes de crimes organizadas e imigrantes ilegais considerados factores de risco pela União Africana (UA).

O encontro, em que participam responsáveis do SME provenientes das províncias de Cabinda, Uige, Lunda Norte, Malanje, Lunda Sul e Moxico, está,  igualmente, a debruçar-se sobre a proposta de institucionalização das zonas regionais migratórias.

A província do Zaire partilha uma fronteira terrestre e fluvial coma RDC calculada em 310 quilómetros.