PR exige maior controlo das empresas de segurança privada

  • Membros do Executivo presentes na sessão de abertura do ano parlamentar da IV Legislatura
Luanda – O Presidente da República, João Lourenço, exigiu, esta sexta-feira, à Polícia Nacional um maior controlo das empresas de segurança privada.

Ao proferir o discurso sobre o Estado da Nação, no Parlamento, o Chefe de Estado angolano disse haver muitas armas de fogo fora do controlo das autoridades policiais, o que faz aumentar as acções criminais na via pública.

À propósito, instruiu a Polícia Nacional a trabalhar no sentido de desmantelar as fontes de abastecimento de armas dos meliantes e levar à justiça os seus responsáveis.

Dados da Polícia Nacional indicam a detenção, entre Julho e Agosto deste ano, de dois mil 735 pessoas e o desmantelamento de 20 associações criminosas, no âmbito da operação "Cacimbo".

No mesmo período, foram apreendidas 157 armas de fogo de diversos modelos e calibres, 39 carregadores, 161 munições, uma granada F-1, 141 viaturas, 161 motorizadas, 74 telemóveis, 994,831 quilogramas de estupefacientes, 29 gramas de cocaína, 173.398 litros de combustível, entre outros meios.

A Lei das Empresas Privadas de Segurança estabelece que os seguranças privados, quando em serviço e mediante autorização do responsável da empresa, têm direito ao uso de arma ligeira e de pequeno porte, contrariamente ao actual armamento pesado.

O país conta com mais de 150 empresas de segurança privada legalizadas.

 

 

 

Ao proferir o discurso sobre o Estado da Nação, no Parlamento, o Chefe de Estado angolano disse haver muitas armas de fogo fora do controlo das autoridades policiais, o que faz aumentar as acções criminais na via pública.

À propósito, instruiu a Polícia Nacional a trabalhar no sentido de desmantelar as fontes de abastecimento de armas dos meliantes e levar à justiça os seus responsáveis.

Dados da Polícia Nacional indicam a detenção, entre Julho e Agosto deste ano, de dois mil 735 pessoas e o desmantelamento de 20 associações criminosas, no âmbito da operação "Cacimbo".

No mesmo período, foram apreendidas 157 armas de fogo de diversos modelos e calibres, 39 carregadores, 161 munições, uma granada F-1, 141 viaturas, 161 motorizadas, 74 telemóveis, 994,831 quilogramas de estupefacientes, 29 gramas de cocaína, 173.398 litros de combustível, entre outros meios.

A Lei das Empresas Privadas de Segurança estabelece que os seguranças privados, quando em serviço e mediante autorização do responsável da empresa, têm direito ao uso de arma ligeira e de pequeno porte, contrariamente ao actual armamento pesado.

O país conta com mais de 150 empresas de segurança privada legalizadas.