PR encoraja esforços para paz na RCA

  • Presidente da República, João Lourenço, discursa na Mini Cimeira da CIRGL
Luanda - O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, encorajou esta quinta-feira, em Luanda, o homólogo da República Centro-Africana, Faustin Touaderá, a continuar a assumir o processo de paz no seu país, em prol da reconciliação entre as diferentes forças internas.

Ao intervir na abertura da Mini-Cimeira de Chefes de Estado da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes (CIRGL), João Lourenço sublinhou a necessidade do cumprimento do Roteiro Conjunto para a Paz na República Centro-Africana (RCA), enquanto principal instrumento para a paz naquele país.

O também Presidente em Exercício da CIRGL, afirmou que a RCA não deve perder essa oportunidade de alcançar a paz, por forma a capitalizar a conjugação de esforços dos diferentes interesses nacionais e do contingente das Nações Unidas.

Na sua intervenção, João Lourenço considerou, também,  fundamental capitalizar os avanços alcançados no campo das negociações com as forças políticas internas da oposição, a sociedade civil e com as lideranças dos grupos rebeldes.

Sobre o levantamento do embargo de armas imposto à RCA, realçou que a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, de Julho deste ano, "já reflecte um relativo abrandamento do embargo".

O Presidente João Lourenço frisou que com a realização da Mini-Cimeira de hoje a região está a caminhar para a conclusão de um ciclo de diligências que poderão culminar, brevemente, com o alcance de uma solução duradoura e sustentabilidade na RCA.

Na sua qualidade de Presidente em Exercício da CIRGL, João Lourenço reiterou o apoio incondicional da CIRGL para a paz e a estabilidade na RCA.

Esta Mini-Cimeira de Luanda, prosseguiu, junta a sua voz a da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), União Africana e das Nações Unidas, pela libertação imediata e incondicional do Presidente deposto da Guiné, Alpha Conde.

A Mini-Cimeira de Chefes de Estado da CIRGL, a terceira do género que Luanda acolhe, está a debater questões de segurança sobre a situação na República Centro-Africana.

A RCA está mergulhada numa situação de insegurança crescente, desde o golpe de Estado perpetrado pelo grupo “Seleka“, em 2013, e que conduziu à queda de François Bozizė, ex-Presidente centro-africano.

A CIRGL foi criada com o objectivo de resolver questões de paz e segurança, após os conflitos políticos que assolaram a região, em 1994.

São membros da CIRGL Angola, Burundi, Congo, República Democrática do Congo, República Centro-Africana, Rwanda, Sudão, Sudão do Sul, República Unida da Tanzânia, Uganda e Zâmbia.

 

Ao intervir na abertura da Mini-Cimeira de Chefes de Estado da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes (CIRGL), João Lourenço sublinhou a necessidade do cumprimento do Roteiro Conjunto para a Paz na República Centro-Africana (RCA), enquanto principal instrumento para a paz naquele país.

O também Presidente em Exercício da CIRGL, afirmou que a RCA não deve perder essa oportunidade de alcançar a paz, por forma a capitalizar a conjugação de esforços dos diferentes interesses nacionais e do contingente das Nações Unidas.

Na sua intervenção, João Lourenço considerou, também,  fundamental capitalizar os avanços alcançados no campo das negociações com as forças políticas internas da oposição, a sociedade civil e com as lideranças dos grupos rebeldes.

Sobre o levantamento do embargo de armas imposto à RCA, realçou que a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, de Julho deste ano, "já reflecte um relativo abrandamento do embargo".

O Presidente João Lourenço frisou que com a realização da Mini-Cimeira de hoje a região está a caminhar para a conclusão de um ciclo de diligências que poderão culminar, brevemente, com o alcance de uma solução duradoura e sustentabilidade na RCA.

Na sua qualidade de Presidente em Exercício da CIRGL, João Lourenço reiterou o apoio incondicional da CIRGL para a paz e a estabilidade na RCA.

Esta Mini-Cimeira de Luanda, prosseguiu, junta a sua voz a da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), União Africana e das Nações Unidas, pela libertação imediata e incondicional do Presidente deposto da Guiné, Alpha Conde.

A Mini-Cimeira de Chefes de Estado da CIRGL, a terceira do género que Luanda acolhe, está a debater questões de segurança sobre a situação na República Centro-Africana.

A RCA está mergulhada numa situação de insegurança crescente, desde o golpe de Estado perpetrado pelo grupo “Seleka“, em 2013, e que conduziu à queda de François Bozizė, ex-Presidente centro-africano.

A CIRGL foi criada com o objectivo de resolver questões de paz e segurança, após os conflitos políticos que assolaram a região, em 1994.

São membros da CIRGL Angola, Burundi, Congo, República Democrática do Congo, República Centro-Africana, Rwanda, Sudão, Sudão do Sul, República Unida da Tanzânia, Uganda e Zâmbia.