Presidente João Lourenço aborda situação na RCA

  • Presidente da República, João Lourenço (à dir.) recebe presidente da Comissão da União Africana
Luanda - O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, manteve esta quarta-feira, em Luanda, um encontro com o presidente da Comissão da União Africana (UA), Moussa Faki, com quem abordou a situação política na República Centro Centro Africana (RCA).

Moussa Faki está em Luanda para participar na Mini-Cimeira de Chefes de Estado da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes (CIRGL) que acontece quinta-feira (16), numa iniciativa do Chefe de Estado angolano, João Lourenço, na qualidade de Presidente em Exercício da CIRGL.

Em declarações à imprensa, no final da audiência, Moussa Faki destacou a importância da consolidação da paz e segurança na RCA, bem como enalteceu os esforços empreendidos pelo Estadista angolano na liderança da CIRGL.



Quanto à situação na RCA, o diplomata tchadiano ao serviço da UA apelou ao fim das hostilidades e à  busca de soluções pacíficas, por via do diálogo.

A RCA está mergulhada numa situação de insegurança crescente, desde o golpe de Estado perpetrado pelo grupo “Seleka“, em 2013, e que casou à queda de François Bozizė, ex-Presidente centro-africano.

Relativamente à situação na República da Guiné, onde recentemente ocorreu um golpe de Estado, Moussa Faki condenou o acto e exigiu respeito à Constituição daquele país.

 

Moussa Faki está em Luanda para participar na Mini-Cimeira de Chefes de Estado da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes (CIRGL) que acontece quinta-feira (16), numa iniciativa do Chefe de Estado angolano, João Lourenço, na qualidade de Presidente em Exercício da CIRGL.

Em declarações à imprensa, no final da audiência, Moussa Faki destacou a importância da consolidação da paz e segurança na RCA, bem como enalteceu os esforços empreendidos pelo Estadista angolano na liderança da CIRGL.



Quanto à situação na RCA, o diplomata tchadiano ao serviço da UA apelou ao fim das hostilidades e à  busca de soluções pacíficas, por via do diálogo.

A RCA está mergulhada numa situação de insegurança crescente, desde o golpe de Estado perpetrado pelo grupo “Seleka“, em 2013, e que casou à queda de François Bozizė, ex-Presidente centro-africano.

Relativamente à situação na República da Guiné, onde recentemente ocorreu um golpe de Estado, Moussa Faki condenou o acto e exigiu respeito à Constituição daquele país.