PN ambiciona formar todos comandantes de esquadra até 2025

  • Comandante Geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida
Lubango - A Polícia Nacional (PN) pretende ter a maior parte dos seus comandantes de esquadras municipais e de outras unidades de base formada pela academia da corporação até 2025.

O objectivo é habilitá-los a uma gestão mais eficiente, anunciou, no Lubango, província da Huíla, o comandante-geral, comissário-geral Paulo de Almeida.

Falando ao programa “Grande Entrevista” da Rádio ISPI - Emissora Académica do Sul de Angola, emitido hoje, quinta-feira, o comissário-geral afirmou ser um desafio “grande”, porque o pessoal a formar é considerável e as condições são limitadas.

Segundo o oficial superior, a estratégia será concretizada por fases e vai conferir um crescimento profissional dos quadros e promover uma Polícia mais prestadora e melhor servidora do seu papel.

Destacou que a formação dá a possibilidade de agir com melhor perfeição e eficiência, de saber como servir a população, cumprindo as normas, as acções cívicas, bem como de procurar transformar o homem com comportamentos desviante num cidadão ordeiro.

“Estamos num contexto de desenvolvimento do país em que a sociedade é mais exigente, informada e preparada e nós como actores sociais temos de acompanhar essa dinâmica e uma das grandes preocupações e valências que a PN deve ter é a formação”, manifestou.

O comandante-geral da PN considerou que um agente formado vale mais que mil não capacitados, daí essa aposta para adequar o efectivo ao momento que se vive, ao nível das exigências da sociedade e mesmo na correspondência do cidadão/polícia.

Rácio polícia/cidadão ainda é inferior ao desejado

Paulo de Almeida realçou que a Polícia por si só não tem a capacidade para cobrir todas as necessidades inerentes a segurança pública, por terem um rácio de um polícia para mil e 200 pessoas, quando o recomendado seria um agente para 200 pessoas.

Informou estarem a fazer o possível para dar o mínimo de segurança aos cidadãos, uma vez que é papel da Polícia, sem esquecer de que o efectivo é ser humano e tem suas limitações.

Para ele, um país com mais de 30 milhões de habitantes e uma extensão territorial de 1.247.700 quilómetros quadrados, com diversidades e assimetrias, quer culturais, politicas, económicas e sociais que acabam por influenciar o comportamento da segurança pública

Sublinhou os assaltos a mão-armada, homicídios, violações, roubos, destruição de património como os crimes que mais preocupam a PN.

Quanto Huíla, fez saber que é a terceira de seis primeiras províncias do País com maiores referências criminais, antes de Luanda e Benguela e depois Huambo, Bié e Malanje.

Paulo de Almeida esteve no Lubango no âmbito da Conferência cientifica regional sobre Segurança Pública que decorreu na semana finda, na cidade do Lubango.  

O objectivo é habilitá-los a uma gestão mais eficiente, anunciou, no Lubango, província da Huíla, o comandante-geral, comissário-geral Paulo de Almeida.

Falando ao programa “Grande Entrevista” da Rádio ISPI - Emissora Académica do Sul de Angola, emitido hoje, quinta-feira, o comissário-geral afirmou ser um desafio “grande”, porque o pessoal a formar é considerável e as condições são limitadas.

Segundo o oficial superior, a estratégia será concretizada por fases e vai conferir um crescimento profissional dos quadros e promover uma Polícia mais prestadora e melhor servidora do seu papel.

Destacou que a formação dá a possibilidade de agir com melhor perfeição e eficiência, de saber como servir a população, cumprindo as normas, as acções cívicas, bem como de procurar transformar o homem com comportamentos desviante num cidadão ordeiro.

“Estamos num contexto de desenvolvimento do país em que a sociedade é mais exigente, informada e preparada e nós como actores sociais temos de acompanhar essa dinâmica e uma das grandes preocupações e valências que a PN deve ter é a formação”, manifestou.

O comandante-geral da PN considerou que um agente formado vale mais que mil não capacitados, daí essa aposta para adequar o efectivo ao momento que se vive, ao nível das exigências da sociedade e mesmo na correspondência do cidadão/polícia.

Rácio polícia/cidadão ainda é inferior ao desejado

Paulo de Almeida realçou que a Polícia por si só não tem a capacidade para cobrir todas as necessidades inerentes a segurança pública, por terem um rácio de um polícia para mil e 200 pessoas, quando o recomendado seria um agente para 200 pessoas.

Informou estarem a fazer o possível para dar o mínimo de segurança aos cidadãos, uma vez que é papel da Polícia, sem esquecer de que o efectivo é ser humano e tem suas limitações.

Para ele, um país com mais de 30 milhões de habitantes e uma extensão territorial de 1.247.700 quilómetros quadrados, com diversidades e assimetrias, quer culturais, politicas, económicas e sociais que acabam por influenciar o comportamento da segurança pública

Sublinhou os assaltos a mão-armada, homicídios, violações, roubos, destruição de património como os crimes que mais preocupam a PN.

Quanto Huíla, fez saber que é a terceira de seis primeiras províncias do País com maiores referências criminais, antes de Luanda e Benguela e depois Huambo, Bié e Malanje.

Paulo de Almeida esteve no Lubango no âmbito da Conferência cientifica regional sobre Segurança Pública que decorreu na semana finda, na cidade do Lubango.