Presidente português doa valor de prémio a Caritas de Moçambique

  • Presidente da CPLP, João Lourenço, entrega prémio" José de Oliveira, ao homólogo de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa
Luanda - O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, doou à Caritas de Moçambique o valor de 30 mil euros do prémio José Aparecido de Sousa.

Indicado pelo Real Gabinete de Leitura, instituição histórica no Rio de Janeiro (Brasil), Marcelo Rebelo de Sousa venceu o prémio, em reconhecimento ao seu percurso singular, enquanto jornalista, professor e político, na defesa e promoção de valores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e pelo elevado contributo à promoção e difusão da língua portuguesa.

O anúncio foi feito no encerramento da XIII Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP.

Em breves declarações, após ter sido agraciado com o prémio, Marcelo Rebelo de Sousa destacou a figura de José Aparecido de Sousa, no engrandecimento da organização e sua projecção no mundo, assim como  enalteceu o trabalho desenvolvido pelas Caritas de Moçambique, como forma de justificar a sua decisão. 

Este ano, entre os nomeados ao prémio, estavam, além do presidente oortuguês, os antigos secretários executivos da CPLP Maria do Carmo Silveira (mandato de 2016-2018), Murade Murargy (2012-2016), o poeta José Luís Tavares, a Universidade de Coimbra - Alma Mater Portuguesa, os professores de Literatura Portuguesa e Brasileira, Roberto Vecchi, de Literatura Hispano-Americana, Jorge Schwartz, a Sociedade Alemã para os Países Africanos de Língua Portuguesa e o especialista em provérbios André Almeida Panzo.

Instituído em 2011 e de periodicidade bienal, o prémio proporciona a atribuição de um diploma de mérito e um valor monetário e pretende homenagear personalidades e instituições que se distinguem na defesa, valorização e promoção da comunidade lusófona.

José Aparecido de Oliveira foi um político e antigo ministro da Cultura do Brasil, considerado um dos principais defensores da criação da CPLP.

O primeiro vencedor, em 2012, foi o antigo Chefe de Estado brasileiro, Lula da Silva, seguido do antigo presidente de Timor-Leste, Xanana Gusmão (2013), do Centro Episcopal timorense (2014), do antigo presidente português Jorge Sampaio (2015), do ex-alto representante da União Africana na Europa, Carlos Lopes (2016), do diplomata Lauro Moreira (2016) e do Secretário-Geral da ONU, António Guterres (2018).

 A XIII Conferência de Chefes de Estado e de Governo decorreu, em Luanda, sob o lema "Construir e fortalecer um futuro comum e sustentável", com Angola a assumir a presidência da organização para os próximos dois anos (2021-2023).

Fundada em 17 de Julho de 1996, em Lisboa (Portugal), a CPLP é integrada por nove Estados, designadamente Angola, Brasil, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial, Timor Leste, Guiné Bissau e  Portugal, país que acolhe a sede da organização.

Indicado pelo Real Gabinete de Leitura, instituição histórica no Rio de Janeiro (Brasil), Marcelo Rebelo de Sousa venceu o prémio, em reconhecimento ao seu percurso singular, enquanto jornalista, professor e político, na defesa e promoção de valores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e pelo elevado contributo à promoção e difusão da língua portuguesa.

O anúncio foi feito no encerramento da XIII Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da CPLP.

Em breves declarações, após ter sido agraciado com o prémio, Marcelo Rebelo de Sousa destacou a figura de José Aparecido de Sousa, no engrandecimento da organização e sua projecção no mundo, assim como  enalteceu o trabalho desenvolvido pelas Caritas de Moçambique, como forma de justificar a sua decisão. 

Este ano, entre os nomeados ao prémio, estavam, além do presidente oortuguês, os antigos secretários executivos da CPLP Maria do Carmo Silveira (mandato de 2016-2018), Murade Murargy (2012-2016), o poeta José Luís Tavares, a Universidade de Coimbra - Alma Mater Portuguesa, os professores de Literatura Portuguesa e Brasileira, Roberto Vecchi, de Literatura Hispano-Americana, Jorge Schwartz, a Sociedade Alemã para os Países Africanos de Língua Portuguesa e o especialista em provérbios André Almeida Panzo.

Instituído em 2011 e de periodicidade bienal, o prémio proporciona a atribuição de um diploma de mérito e um valor monetário e pretende homenagear personalidades e instituições que se distinguem na defesa, valorização e promoção da comunidade lusófona.

José Aparecido de Oliveira foi um político e antigo ministro da Cultura do Brasil, considerado um dos principais defensores da criação da CPLP.

O primeiro vencedor, em 2012, foi o antigo Chefe de Estado brasileiro, Lula da Silva, seguido do antigo presidente de Timor-Leste, Xanana Gusmão (2013), do Centro Episcopal timorense (2014), do antigo presidente português Jorge Sampaio (2015), do ex-alto representante da União Africana na Europa, Carlos Lopes (2016), do diplomata Lauro Moreira (2016) e do Secretário-Geral da ONU, António Guterres (2018).

 A XIII Conferência de Chefes de Estado e de Governo decorreu, em Luanda, sob o lema "Construir e fortalecer um futuro comum e sustentável", com Angola a assumir a presidência da organização para os próximos dois anos (2021-2023).

Fundada em 17 de Julho de 1996, em Lisboa (Portugal), a CPLP é integrada por nove Estados, designadamente Angola, Brasil, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial, Timor Leste, Guiné Bissau e  Portugal, país que acolhe a sede da organização.