General Massano ressalta legado histórico das ex-FAPLA

  • Chefe dos Serviços de Inteligência e Segurança Militar, general João Pereira Massano
Luanda - O chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar, general João Pereira Massano, destacou hoje, sexta-feira, em Luanda, a herança histórica, para os angolanos, das ex-Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA).

Em declarações à Angop, a propósito dos 47 anos da fundação das extintas FAPLA, a assinalar-se domingo (1 de Agosto), João Pereira Massano frisou que a dimensão sócio-histórica da criação do primeiro exército nacional “ficará eternamente gravada na memória dos angolanos”.

O general Pereira Massano considerou que os psicólogos afirmam que a memória é um processo cognitivo, sendo pois a memória de um povo um processo social, adiantando que “quer uma, quer outra concepção permitem olhar o passado e rever tudo o que a memória produziu nas nossas recordações e aceitar, ou não, o que a história nos legou”.

Salientou que, à medida que o tempo vai cumprindo a sua trajectória natural, alguns acontecimentos marcantes podem ficar esquecidos, porém o percurso das ex-FAPLA, as suas vitórias, os seus combates memoráveis travados e ganhos na dureza das várias frentes, continuarão a marcar a memória social.

Na sua opinião, as ex-FAPLA são a memória de um percurso que não se apaga. “É um exercício de reflexão sobre a trajectória de um dos maiores exércitos de África, na sua capacidade combativa, organizativa e psicológica”, recordou.

“Quer no turbilhão da guerra, na construção da paz, até à sua extinção, as ex-FAPLA souberam cumprir com todas as tarefas e acções que lhes foram impostas pelos variadíssimos contextos, próprios de um país em guerra”, ressaltou.

Acrescentou ainda que as ex-FAPLA combateram, mas igualmente formaram gerações de homens e mulheres, nas suas academias, que muito contribuíram para a conquista da paz, enfatizando que participaram, de igual modo, em inúmeras tarefas da reconstrução nacional e souberam respeitar os legados inscritos na sua constituição.

Ao longo da sua existência (1974-1991), lembrou, as ex-FAPLA conquistaram inúmeras vitórias, pela determinação dos seus efectivos, que se bateram pela conquista da paz, na altura tida como mera utopia.

Para João Pereira Massano, a recuperação do passado é um processo que se perpetua no presente e remete para a ideia de que a história não se nega, assume-se por inteiro.

“Por direito próprio e pelo seu percurso histórico, as ex-FAPLA são uma herança positiva do povo angolano, apesar da sua extinção, no âmbito do processo de unidade e reconciliação nacional”, destacou.

Antigo exército nacional, as extintas Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) foram fundadas, a 1 de Agosto de 1974, e, em 1991, conjuntamente com as forças militares da UNITA, deram lugar ao surgimento das Forças Armadas Angolanas (FAA), no quadro dos Acordos de Paz de Bicesse, entre o Governo e a UNITA.

Em declarações à Angop, a propósito dos 47 anos da fundação das extintas FAPLA, a assinalar-se domingo (1 de Agosto), João Pereira Massano frisou que a dimensão sócio-histórica da criação do primeiro exército nacional “ficará eternamente gravada na memória dos angolanos”.

O general Pereira Massano considerou que os psicólogos afirmam que a memória é um processo cognitivo, sendo pois a memória de um povo um processo social, adiantando que “quer uma, quer outra concepção permitem olhar o passado e rever tudo o que a memória produziu nas nossas recordações e aceitar, ou não, o que a história nos legou”.

Salientou que, à medida que o tempo vai cumprindo a sua trajectória natural, alguns acontecimentos marcantes podem ficar esquecidos, porém o percurso das ex-FAPLA, as suas vitórias, os seus combates memoráveis travados e ganhos na dureza das várias frentes, continuarão a marcar a memória social.

Na sua opinião, as ex-FAPLA são a memória de um percurso que não se apaga. “É um exercício de reflexão sobre a trajectória de um dos maiores exércitos de África, na sua capacidade combativa, organizativa e psicológica”, recordou.

“Quer no turbilhão da guerra, na construção da paz, até à sua extinção, as ex-FAPLA souberam cumprir com todas as tarefas e acções que lhes foram impostas pelos variadíssimos contextos, próprios de um país em guerra”, ressaltou.

Acrescentou ainda que as ex-FAPLA combateram, mas igualmente formaram gerações de homens e mulheres, nas suas academias, que muito contribuíram para a conquista da paz, enfatizando que participaram, de igual modo, em inúmeras tarefas da reconstrução nacional e souberam respeitar os legados inscritos na sua constituição.

Ao longo da sua existência (1974-1991), lembrou, as ex-FAPLA conquistaram inúmeras vitórias, pela determinação dos seus efectivos, que se bateram pela conquista da paz, na altura tida como mera utopia.

Para João Pereira Massano, a recuperação do passado é um processo que se perpetua no presente e remete para a ideia de que a história não se nega, assume-se por inteiro.

“Por direito próprio e pelo seu percurso histórico, as ex-FAPLA são uma herança positiva do povo angolano, apesar da sua extinção, no âmbito do processo de unidade e reconciliação nacional”, destacou.

Antigo exército nacional, as extintas Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) foram fundadas, a 1 de Agosto de 1974, e, em 1991, conjuntamente com as forças militares da UNITA, deram lugar ao surgimento das Forças Armadas Angolanas (FAA), no quadro dos Acordos de Paz de Bicesse, entre o Governo e a UNITA.