Fronteiras angolanas estão seguras - comissário da PN

  • Director da Academia de Polícia, comissário Manuel Fernandes
Benguela – O director da Academia de Polícia Santana André Pitra "Petroff”, comissário Manuel Fernandes, considerou hoje, sexta-feira, no município piscatório da Baía Farta, província de Benguela, que apesar de alguns constrangimentos, as fronteiras angolanas continuam seguras.

Segundo o oficial comissário, que falava à margem do acto de abertura do curso sobre procedimentos migratórios, dirigido a oficiais do Serviço de Migração e Estrangeiros, os efectivos dos órgãos de defesa e segurança estão atentos ao fenómeno migratório, sobretudo o ilegal.

"Embora tenhamos uma vasta fronteira terrestre e marítima, os órgãos de defesa e segurança tudo têm feito para que Angola se mantenha segura", disse.

Manuel Fernandes considera a imigração ilegal um problema complexo e preocupante, tanto no plano interno como internacional, porquanto o mundo hoje está transformado numa aldeia global, em que os movimentos migratórios se efectuam de modo permanente e com todos os riscos que daí podem advir, quer para as economias internas dos países, como da própria segurança no geral.

“O ser humano tem capacidade de mobilidade e geralmente procura os locais onde encontra melhores condições de vida, objectivo que leva muitos a ignorarem e violarem as leis”, disse.

O comissário considera que o contexto sócio-criminal tem sido caracterizado por crescentes riscos e ameaças à segurança de Angola e dos angolanos, razão pela qual, perante os fenómenos da criminalidade em geral e da imigraçao ilegal, em particular, há que aprimorar a capacidade e o poder de antecipaçãoo dos órgaos de segurança, daí a aposta na formação contínua e de qualidade, numa lógica de excelência e de proximidade.

Ainda hoje, teve início também o segundo curso de informações policiais, e para o oficial comissário, isso simboliza a reafirmação do compromisso institucional do Ministério do Interior, no sentido da profissionalização do efectivo.

Por outro lado, lembrou aos formandos que a recolha e processamento de informações operativas policiais, bem como dos procedimentos migratórios, constituem importantes ferramentas na esfera da actuação policial e migratória, tanto na vertente preventiva como no plano da reacção oportuna, daí que os aconselhou a se empenharem na acção formativa.

Durante três meses, 150 efectivos do SME e da Polícia Nacional vão aprimorar técnicas de expediente operativo, trabalho operativo secreto, técnicas de análise de informação, fiscalização migratória e normas e procedimentos de segurança nas fronteiras.

 

 

 


 

 

Segundo o oficial comissário, que falava à margem do acto de abertura do curso sobre procedimentos migratórios, dirigido a oficiais do Serviço de Migração e Estrangeiros, os efectivos dos órgãos de defesa e segurança estão atentos ao fenómeno migratório, sobretudo o ilegal.

"Embora tenhamos uma vasta fronteira terrestre e marítima, os órgãos de defesa e segurança tudo têm feito para que Angola se mantenha segura", disse.

Manuel Fernandes considera a imigração ilegal um problema complexo e preocupante, tanto no plano interno como internacional, porquanto o mundo hoje está transformado numa aldeia global, em que os movimentos migratórios se efectuam de modo permanente e com todos os riscos que daí podem advir, quer para as economias internas dos países, como da própria segurança no geral.

“O ser humano tem capacidade de mobilidade e geralmente procura os locais onde encontra melhores condições de vida, objectivo que leva muitos a ignorarem e violarem as leis”, disse.

O comissário considera que o contexto sócio-criminal tem sido caracterizado por crescentes riscos e ameaças à segurança de Angola e dos angolanos, razão pela qual, perante os fenómenos da criminalidade em geral e da imigraçao ilegal, em particular, há que aprimorar a capacidade e o poder de antecipaçãoo dos órgaos de segurança, daí a aposta na formação contínua e de qualidade, numa lógica de excelência e de proximidade.

Ainda hoje, teve início também o segundo curso de informações policiais, e para o oficial comissário, isso simboliza a reafirmação do compromisso institucional do Ministério do Interior, no sentido da profissionalização do efectivo.

Por outro lado, lembrou aos formandos que a recolha e processamento de informações operativas policiais, bem como dos procedimentos migratórios, constituem importantes ferramentas na esfera da actuação policial e migratória, tanto na vertente preventiva como no plano da reacção oportuna, daí que os aconselhou a se empenharem na acção formativa.

Durante três meses, 150 efectivos do SME e da Polícia Nacional vão aprimorar técnicas de expediente operativo, trabalho operativo secreto, técnicas de análise de informação, fiscalização migratória e normas e procedimentos de segurança nas fronteiras.