Enaltecidas qualidades do nacionalista Noé Saúde

  • Vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, rende homenagem ao nacionalista Noé Saúde
Luanda - As qualidades humanas e políticas do nacionalista Noé da Silva Saúde, falecido a 6 do corrente mês, foram esta segunda-feira (11) enaltecidas nas exéquias decorridas em Luanda, em acto que contou com a presença da Vice-presidente do MPLA, Luísa Damião.

Na última homenagem ao nacionalista, o Bureau Político do MPLA, em mensagem, destacou a sua trajectória na luta pela independência do país.  

O MPLA refere que Noé da Silva Saúde foi o mais jovem  integrante do processo 50, tendo passado 12 anos preso no Tarrafal (Cabo Verde).

Realça que o seu amor pelo desenvolvimento de Angola e seu contributo pelo crescimento do MPLA devem ser elementos a ter em conta quando se fala da integridade do seu carácter.

No mesmo diapasão, a Associação do Processo 50 considera que o malogrado deixa o legado de um homem politicamente  integro e de amor ao povo e ao seu país.

“Noé Saúde foi um companheiro de luta e de caminhadas em prol da independência nacional, demonstrando ser um verdadeiro filho de Angola”, lê-se na mensagem.

Entretanto, a Vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, considera-o um patriota que abraçou sempre causas nobres, pertencendo a geração de ouro do nacionalismo angolano, que deixa um grande legado.

Para a  responsável política, “Noé da Silva Saúde, sem dúvidas, foi um grande militante do MPLA, que desde a primeira hora lutou para fortalecimento do partido”.

“Estamos a falar de um homem íntegro, com uma trajectória invulgar que deve servir de fonte de inspiração às gerações vindouras”, reforçou.

Por seu turno, o político Roberto de Almeida afirmou que  Noé Saúde foi um autodidacta que, desde muito cedo, estava convicto que a  verdadeira independência de Angola exigiria uma longa luta.

 Nascido em Calomboloca, município de Icolo e Bengo (Luanda), desde cedo integrou as células clandestinas na luta pela independência nacional.

Noé da Silva Saúde, ao longo dos 83 anos de vida, exerceu, entre outras, as funções de ministro do Trabalho e Segurança Social, de 1976 a 1980, altura em que é nomeado comissário (governador) da província do Cuanza Norte, onde permaneceu durante seis anos.

Os seus restos mortais repousam já no cemitério do Benfica, em Luanda.  

Na última homenagem ao nacionalista, o Bureau Político do MPLA, em mensagem, destacou a sua trajectória na luta pela independência do país.  

O MPLA refere que Noé da Silva Saúde foi o mais jovem  integrante do processo 50, tendo passado 12 anos preso no Tarrafal (Cabo Verde).

Realça que o seu amor pelo desenvolvimento de Angola e seu contributo pelo crescimento do MPLA devem ser elementos a ter em conta quando se fala da integridade do seu carácter.

No mesmo diapasão, a Associação do Processo 50 considera que o malogrado deixa o legado de um homem politicamente  integro e de amor ao povo e ao seu país.

“Noé Saúde foi um companheiro de luta e de caminhadas em prol da independência nacional, demonstrando ser um verdadeiro filho de Angola”, lê-se na mensagem.

Entretanto, a Vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, considera-o um patriota que abraçou sempre causas nobres, pertencendo a geração de ouro do nacionalismo angolano, que deixa um grande legado.

Para a  responsável política, “Noé da Silva Saúde, sem dúvidas, foi um grande militante do MPLA, que desde a primeira hora lutou para fortalecimento do partido”.

“Estamos a falar de um homem íntegro, com uma trajectória invulgar que deve servir de fonte de inspiração às gerações vindouras”, reforçou.

Por seu turno, o político Roberto de Almeida afirmou que  Noé Saúde foi um autodidacta que, desde muito cedo, estava convicto que a  verdadeira independência de Angola exigiria uma longa luta.

 Nascido em Calomboloca, município de Icolo e Bengo (Luanda), desde cedo integrou as células clandestinas na luta pela independência nacional.

Noé da Silva Saúde, ao longo dos 83 anos de vida, exerceu, entre outras, as funções de ministro do Trabalho e Segurança Social, de 1976 a 1980, altura em que é nomeado comissário (governador) da província do Cuanza Norte, onde permaneceu durante seis anos.

Os seus restos mortais repousam já no cemitério do Benfica, em Luanda.