Chevron apresenta projecto Lifua ao PR

  • Presidente João Lourenço (à dir.) com representantes da Chevron
Luanda - A Chevron Angola apresentou esta sexta-feira o projecto Lifua ao Presidente da República, João Lourenço, durante uma audiência no Palácio Presidencial, em Luanda.

Trata-se do projecto de construção da primeira plataforma petrolífera em território nacional (Cabinda), com a designação de “Lifua A”.

Orçado em 60 milhões de dólares, a plataforma prevê perfurar poços petrolíferos no Bloco 0 e deverá criar 300 postos de trabalho directos.

Em breves declarações à imprensa, no final do encontro, o director-geral cessante da Chevron em Angola, Derek Magness, informou que a ocasião serviu também para apresentar ao Presidente João Lourenço, o projecto de transporte de gás natural para Lobito, província de Benguela.



Derek Magness destacou o facto de os dois projectos estarem ligados à exploração de petróleo e gás, além da criação de empregos para os jovens.

Sublinhou que o encontro com o Chefe de Estado angolano serviu, igualmente, para apresentar o novo director executivo da Chevron em Angola, Billy Lacobie.



Em nome da direcção da companhia, o director cessante exprimiu "profundos agradecimentos" ao Chefe de Estado angolano, pelo apoio prestado no quadro da actividade desenvolvida em Angola, pela multinacional.

Actividade da Chevron em Angola

A presença da Chevron em Angola remonta aos anos 30 do século passado quando os produtos da Texaco foram introduzidos no mercado do país.

Actualmente, através da subsidiária Cabinda Gulf Oil Company Limited (CABGOC), a companhia explora recursos em duas concessões.

A primeira é o Bloco 0, na costa da província de Cabinda e a segunda, o Bloco 14 em águas profundas.

A multinacional também tem interesses não operacionais no projecto "Angola LNG Limited", uma central no Soyo, província do Zaire, cuja produção anual de Gás Natural Liquefeito ronda as 5.2 milhões de toneladas métricas.

A Chevron atingiu em Angola um marco muito importante em 2015. Trata-se da produção de 5 (cinco) mil milhões de barris produzidos nos Blocos 0 e 14.

Em 2020, a média de produção líquida diária foi de 89.000 barris de líquidos e 340 milhões de pés cúbicos de gás natural.

Trata-se do projecto de construção da primeira plataforma petrolífera em território nacional (Cabinda), com a designação de “Lifua A”.

Orçado em 60 milhões de dólares, a plataforma prevê perfurar poços petrolíferos no Bloco 0 e deverá criar 300 postos de trabalho directos.

Em breves declarações à imprensa, no final do encontro, o director-geral cessante da Chevron em Angola, Derek Magness, informou que a ocasião serviu também para apresentar ao Presidente João Lourenço, o projecto de transporte de gás natural para Lobito, província de Benguela.



Derek Magness destacou o facto de os dois projectos estarem ligados à exploração de petróleo e gás, além da criação de empregos para os jovens.

Sublinhou que o encontro com o Chefe de Estado angolano serviu, igualmente, para apresentar o novo director executivo da Chevron em Angola, Billy Lacobie.



Em nome da direcção da companhia, o director cessante exprimiu "profundos agradecimentos" ao Chefe de Estado angolano, pelo apoio prestado no quadro da actividade desenvolvida em Angola, pela multinacional.

Actividade da Chevron em Angola

A presença da Chevron em Angola remonta aos anos 30 do século passado quando os produtos da Texaco foram introduzidos no mercado do país.

Actualmente, através da subsidiária Cabinda Gulf Oil Company Limited (CABGOC), a companhia explora recursos em duas concessões.

A primeira é o Bloco 0, na costa da província de Cabinda e a segunda, o Bloco 14 em águas profundas.

A multinacional também tem interesses não operacionais no projecto "Angola LNG Limited", uma central no Soyo, província do Zaire, cuja produção anual de Gás Natural Liquefeito ronda as 5.2 milhões de toneladas métricas.

A Chevron atingiu em Angola um marco muito importante em 2015. Trata-se da produção de 5 (cinco) mil milhões de barris produzidos nos Blocos 0 e 14.

Em 2020, a média de produção líquida diária foi de 89.000 barris de líquidos e 340 milhões de pés cúbicos de gás natural.