Angola reafirma engajamento na admissão de mais quadros na União Africana               

  • Representante permanente  de Angola, Francisco da Cruz, com  Vice-presidente da UA, Monique Nsanzabaganwa
Luanda – O representante permanente de Angola junto da União Africana (UA), Francisco José da Cruz, reafirmou, esta quinta-feira, o engajamento da diplomacia angolana a favor de uma maior inserção de quadros nacionais na organização continental.

Segundo uma nota, a que a ANGOP teve acesso, Francisco José da Cruz, que falava durante um encontro com a vice-presidente da UA, Monique Nsanzabaganwa, salientou que, apesar de Angola ser um dos seis maiores contribuintes do orçamento estatutário, o país continua sub-representado nas estruturas da organização continental, preenchendo apenas cinco das 74 vagas a que tem direito e sem nenhum angolano em posição de chefia.

Frisou que esta presença incipiente de Angola não está alinhada nem com a sua importância estratégica no continente, nem com o seu papel activo na prevenção, gestão e resolução de conflitos em África na procura de “soluções Africanas para os problemas Africanos”.

Na ocasião, o diplomata angolano, que é também embaixador de Angola na Etiópia e representante permanente na Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA), louvou a forma como está a decorrer o processo de reformas na UA.

Por seu turno, Monique Nsanzabaganwa sublinhou a importância de Angola enquanto Estado membro da União Africana e manifestou a sua disponibilidade em apoiar o país para que mais quadros nacionais possam concorrer com sucesso às vagas no processo de recrutamento das Fases I e II do Plano de Transição da organização.

Durante o encontro, os dois interlocutores abordaram questões administrativas e outras de interesse mútuo para a UA e a República de Angola.

Segundo uma nota, a que a ANGOP teve acesso, Francisco José da Cruz, que falava durante um encontro com a vice-presidente da UA, Monique Nsanzabaganwa, salientou que, apesar de Angola ser um dos seis maiores contribuintes do orçamento estatutário, o país continua sub-representado nas estruturas da organização continental, preenchendo apenas cinco das 74 vagas a que tem direito e sem nenhum angolano em posição de chefia.

Frisou que esta presença incipiente de Angola não está alinhada nem com a sua importância estratégica no continente, nem com o seu papel activo na prevenção, gestão e resolução de conflitos em África na procura de “soluções Africanas para os problemas Africanos”.

Na ocasião, o diplomata angolano, que é também embaixador de Angola na Etiópia e representante permanente na Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA), louvou a forma como está a decorrer o processo de reformas na UA.

Por seu turno, Monique Nsanzabaganwa sublinhou a importância de Angola enquanto Estado membro da União Africana e manifestou a sua disponibilidade em apoiar o país para que mais quadros nacionais possam concorrer com sucesso às vagas no processo de recrutamento das Fases I e II do Plano de Transição da organização.

Durante o encontro, os dois interlocutores abordaram questões administrativas e outras de interesse mútuo para a UA e a República de Angola.