Cultura encerra igrejas ilegais no Zaire

  • Um evento cultural na cidade de Mbanza Kongo
Mbanza Kongo - Igrejas ilegais em funcionamento na província do Zaire serão encerradas, nos próximos dias, anunciou, segunda-feira, a directora do gabinete provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Nzuzi Makiesse.

Em declarações à Angop, a responsável informou ter orientado as direcções municipais a efectuarem um levantamento das igrejas nestas condições.

Nzuzi Makiesse lembrou que a apresentação de 60 mil assinaturas é um dos requisitos, para que uma confissão religiosa seja legalizada em Angola, conforme estabelece a lei 10/19, de 14 de Maio, onde estão expressos os demais procedimentos para o efeito.

Explicou que o sector da cultura na região controla 90 igrejas reconhecidas, a maior parte das quais de matriz cristã, um número que espera ser confrontado com os dados disponíveis no Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos, afecto ao Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente.

Outras 97 organizações religiosas estão em via de legalização, das quais 16 já receberam anuência.

Alertou as instituições religiosas locais a absterem-se de facilitar a entrada e permanência clandestina, na região, de supostos membros seus, provenientes da República Democrática do Congo (RDC).

Para a directora, esta prática, a confirmar-se, pode configurar uma promoção e auxílio à imigração ilegal, sujeita a punição legal pelas autoridades competentes.

Nzuzi Makiesse manifestou-se, também, contrária as homilias proferidas em língua estrangeira (lingala) nos cultos de algumas igrejas locais, em detrimento da língua portuguesa e do kikongo.

Disse que decorre uma acção pedagógica de sensibilização dos responsáveis das instituições religiosas a inverterem o actual quadro, na perspectiva dos pastores, na sua maioria oriundos da RDC, adaptarem-se a realidade de Angola.

Referiu-se igualmente a necessidade de se disciplinar a construção de templos que, na sua opinião, foram surgindo em forma de “cogumelos” e em locais habitados, perturbando continuamente o sossego dos moradores.

A província do Zaire tem uma população estimada em 594 mil habitantes, que, na sua maioria, professa o cristianismo.

Em declarações à Angop, a responsável informou ter orientado as direcções municipais a efectuarem um levantamento das igrejas nestas condições.

Nzuzi Makiesse lembrou que a apresentação de 60 mil assinaturas é um dos requisitos, para que uma confissão religiosa seja legalizada em Angola, conforme estabelece a lei 10/19, de 14 de Maio, onde estão expressos os demais procedimentos para o efeito.

Explicou que o sector da cultura na região controla 90 igrejas reconhecidas, a maior parte das quais de matriz cristã, um número que espera ser confrontado com os dados disponíveis no Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos, afecto ao Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente.

Outras 97 organizações religiosas estão em via de legalização, das quais 16 já receberam anuência.

Alertou as instituições religiosas locais a absterem-se de facilitar a entrada e permanência clandestina, na região, de supostos membros seus, provenientes da República Democrática do Congo (RDC).

Para a directora, esta prática, a confirmar-se, pode configurar uma promoção e auxílio à imigração ilegal, sujeita a punição legal pelas autoridades competentes.

Nzuzi Makiesse manifestou-se, também, contrária as homilias proferidas em língua estrangeira (lingala) nos cultos de algumas igrejas locais, em detrimento da língua portuguesa e do kikongo.

Disse que decorre uma acção pedagógica de sensibilização dos responsáveis das instituições religiosas a inverterem o actual quadro, na perspectiva dos pastores, na sua maioria oriundos da RDC, adaptarem-se a realidade de Angola.

Referiu-se igualmente a necessidade de se disciplinar a construção de templos que, na sua opinião, foram surgindo em forma de “cogumelos” e em locais habitados, perturbando continuamente o sossego dos moradores.

A província do Zaire tem uma população estimada em 594 mil habitantes, que, na sua maioria, professa o cristianismo.