SINPROF defende definição do paradigma da educação no país

Mbanza Kongo- O presidente do Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF), Guilherme Silva, advogou, esta sexta-feira, em Mbanza Kongo, uma definição do tipo de educação pretendido no país, visando a melhoria da qualidade do ensino.

Falando num encontro com membros da classe, o responsável sublinhou ser fundamental que se defina, também, o perfil de saída e formação dos professores, assim como o currículo de ensino.

O dirigente do SINPROF, que cumpre uma visita de trabalho de dois dias ao Zaire, reprovou o facto de a má qualidade do ensino no país ser quase sempre apontada ao professorado, atribuindo falhas nas políticas públicas definidas para o sector.

No seu entender, a magra parcela orçamental destinada para a educação está entre as principais causas da alegada falta de qualidade do ensino oferecido no país, para quem o actual exercício económico o Executivo destinou apenas 6,8 por cento do OGE ao sector.

Guilherme Silva referiu-se, ainda, ao estatuto remuneratório dos professores, defendendo a sua revisão e adequação, criticndo, igualmente, o fenómeno da superlotação de salas de aula.

A eventual falta de condições para o funcionamento de alguns estabelecimentos escolares no país, bem como a existência de salas de aula precárias mereceram também a atenção do sindicalista.

Apelou, por isso, a união dos membros do sindicato, no sentido de forçar o Executivo a inverter o quadro do sector da educação em Angola.

Alertou, por outro lado, a classe a abster-se de práticas indecorosas, como o assédio sexual, fraude e outros males que, segundo disse, mancham a reputação da profissão e do sindicato.

O Presidente do Sindicato Nacional dos Professores está no Zaire no âmbito de uma digressão que efectua pelo país destinada a auscultar a classe.

 

 

Falando num encontro com membros da classe, o responsável sublinhou ser fundamental que se defina, também, o perfil de saída e formação dos professores, assim como o currículo de ensino.

O dirigente do SINPROF, que cumpre uma visita de trabalho de dois dias ao Zaire, reprovou o facto de a má qualidade do ensino no país ser quase sempre apontada ao professorado, atribuindo falhas nas políticas públicas definidas para o sector.

No seu entender, a magra parcela orçamental destinada para a educação está entre as principais causas da alegada falta de qualidade do ensino oferecido no país, para quem o actual exercício económico o Executivo destinou apenas 6,8 por cento do OGE ao sector.

Guilherme Silva referiu-se, ainda, ao estatuto remuneratório dos professores, defendendo a sua revisão e adequação, criticndo, igualmente, o fenómeno da superlotação de salas de aula.

A eventual falta de condições para o funcionamento de alguns estabelecimentos escolares no país, bem como a existência de salas de aula precárias mereceram também a atenção do sindicalista.

Apelou, por isso, a união dos membros do sindicato, no sentido de forçar o Executivo a inverter o quadro do sector da educação em Angola.

Alertou, por outro lado, a classe a abster-se de práticas indecorosas, como o assédio sexual, fraude e outros males que, segundo disse, mancham a reputação da profissão e do sindicato.

O Presidente do Sindicato Nacional dos Professores está no Zaire no âmbito de uma digressão que efectua pelo país destinada a auscultar a classe.