Trocas comerciais Índia-Angola avaliadas em USD quatro biliões

  • Embaixadora da Índia em Angola, Pratibha Parkar
Luanda – As trocas comerciais entre a Índia e Angola estão em avaliadas em quatro biliões de dólares, anunciou, esta quarta-feira, em Luanda, a embaixadora indiana, Pratibha Parkar.

Falando à ANGOP, no final da cermónia comemorativa dos 57 anos de existência da Indian Technical and Economic Cooperation (ITEC), a diplomata ressaltou que 3.9 biliões de dólares estão ligados a importação e o restante a exportação.

Em relação a acção do ITEC, Pratibha Parkar salientou que lecciona mais de 12 cursos de formação técnico-profissional.

Ao longo da sua existência já formou aproximadamente 100 angolanos, com todos os custos inerentes a formação a cargo do Governo da Índia.

Por sua vez, o secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social, Pedro José Filipe, disse pretenderem aprender com a Índia em questões ligadas a tecnologia, economia e social.

Salientou estarem identificadas janelas de oportunidade para o reforço da cooperação ao nível da formação profissional, capacitação do empreendedores.

Pedro José Filipe crê na implementação, a partir deste ano, do acordo de formação firmado entre os dois países, realçando que a embaixada deu garantias da formação profissional e de estágios, no quadro do Plano de Acção para a Promoção da Empregabilidade (PAPE), para viabilizar a entrada de jovens ao mercado do emprego.

Explicou que irão estudar com as empresas indianas no mercado nacional e na Índia, a possibilidade de receberem jovens angolanos para estágios profissionais.

Anunciou estar em forja a possibilidade da criação de uma incubadora de negócios e de empresas, que poderá se implementar no primeiro trimestre de 2022.

Sem avançar números de futuros formando a serem enviados, lembrou que o convénio é totalmente financiado pela embaixada, frisando, no entanto, que a formação não se destinada apenas a funcionários do ministério, mas sim para jovens dentro dos critérios previamente acordados dentro do programa do PAPE. 

Encorajou a embaixada a continuar com o programa de formação dos jovens angolanos, pelo facto de a capacitação profissional e formação académica serem a chave do sucesso de qualquer país, nação ou sociedade.

As trocas comerciais entre Angola e Índia datam de Outubro de 1986.

Falando à ANGOP, no final da cermónia comemorativa dos 57 anos de existência da Indian Technical and Economic Cooperation (ITEC), a diplomata ressaltou que 3.9 biliões de dólares estão ligados a importação e o restante a exportação.

Em relação a acção do ITEC, Pratibha Parkar salientou que lecciona mais de 12 cursos de formação técnico-profissional.

Ao longo da sua existência já formou aproximadamente 100 angolanos, com todos os custos inerentes a formação a cargo do Governo da Índia.

Por sua vez, o secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social, Pedro José Filipe, disse pretenderem aprender com a Índia em questões ligadas a tecnologia, economia e social.

Salientou estarem identificadas janelas de oportunidade para o reforço da cooperação ao nível da formação profissional, capacitação do empreendedores.

Pedro José Filipe crê na implementação, a partir deste ano, do acordo de formação firmado entre os dois países, realçando que a embaixada deu garantias da formação profissional e de estágios, no quadro do Plano de Acção para a Promoção da Empregabilidade (PAPE), para viabilizar a entrada de jovens ao mercado do emprego.

Explicou que irão estudar com as empresas indianas no mercado nacional e na Índia, a possibilidade de receberem jovens angolanos para estágios profissionais.

Anunciou estar em forja a possibilidade da criação de uma incubadora de negócios e de empresas, que poderá se implementar no primeiro trimestre de 2022.

Sem avançar números de futuros formando a serem enviados, lembrou que o convénio é totalmente financiado pela embaixada, frisando, no entanto, que a formação não se destinada apenas a funcionários do ministério, mas sim para jovens dentro dos critérios previamente acordados dentro do programa do PAPE. 

Encorajou a embaixada a continuar com o programa de formação dos jovens angolanos, pelo facto de a capacitação profissional e formação académica serem a chave do sucesso de qualquer país, nação ou sociedade.

As trocas comerciais entre Angola e Índia datam de Outubro de 1986.