Lançado concurso internacional para concessão do Corredor do Lobito

  • Ministro dos Transportes, Ricardo D’Abreu
Lobito – O Governo angolano lançou esta quarta-feira, no Lobito, província de Benguela, o concurso internacional para gestão e manutenção das infra-estruturas ferroviárias do Corredor do Lobito.

Numa cerimônia presidida pelo ministro dos Transportes, Ricardo D’Abeu, soube-se que o Ministério pretende criar uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), a ser controlada por operadores privados.

Para a participação ao concurso, os concorrentes devem ter capacidade técnica e financeira e uma larga experiência na exploração deste tipo de infra-estruturas, e submeter as suas propostas no site do Ministério até ao dia 7 de Dezembro.

O prazo para concessão será por um período de 30 anos, durante o qual, o vencedor vai assumir o transporte de grandes cargas, com maior predominância para os minérios e combustíveis, enquanto que o serviço público de transporte de passageiros e de pequena carga permanecerá sob a gestão do Caminho de Ferro de Benguela (CFB).

De acordo com o ministro, além da responsabilidade nos serviços de transporte de mercadorias e de logística de suporte, a futura empresa terá uma obrigação adicional, que tem a ver com o investimento de um ramal de ligação ao Caminho de Ferro a Zâmbia, de Ruacano a Gingi, numa extensão de 259 quilómetros.

“Com a construção desta infra-estrutura, os concorrentes habilitam-se à garantia de ver extendido o prazo de exploração de 30 para 50 anos de concessão”, assegurou.

Ricardo D’Abeu revelou que o Estado angolano investiu mais de dois mil milhões de dólares na reabilitação e modernização das infra-estruturas e meios circulantes do Corredor do Lobito, para torná-lo disponível para os agentes económicos e populações, beneficiando também a República Democrática do Congo e a Zâmbia, e permitindo uma maior integração regional e intercontinental.

“Estamos certos que é um pacote decisivo para o aumento da competitividade dos produtos de exportação da região e para a redução de custos das populações nos países da região”, afirmou o ministro.

Fez questão de realçar que, estão garantidos a manutenção de postos de trabalho e o aumento significativo de receitas a arrecadar.

“Ouvimos que nos movimentos mais áureos do CFB, foram transportados mais de trés milhões e 500 mil toneladas de produtos e o estudo de viabilidade económico que efectuamos, permite-nos perspectivar o aumento da actual condição operacional em 44 vezes mais, até ao ano de 2050.

 A viabilidade económica do Corredor do Lobito assenta na criação de uma solução de transporte intermodal de mercadorias, de e para a RDC e Zâmbia, impactando positivamente na redução dos custos face às principais alternativas existentes na região.

Além da vice-governadora para o sector político, social e económico, Lídia Amaro, em representação do governador Luis Nunes, estiveram presentes representantes das embaixadas da China, Espanha, França, Reino Unido, Estados Unidos, Emiratos Árabes Unidos, empresários nacionais e estrangeiros, que tiveram a oportunidade de realizar uma curta viagem de comboio ao Terminal Mineraleiro para conhecer uma das infra-estruturas ligadas ao projecto.

Numa cerimônia presidida pelo ministro dos Transportes, Ricardo D’Abeu, soube-se que o Ministério pretende criar uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), a ser controlada por operadores privados.

Para a participação ao concurso, os concorrentes devem ter capacidade técnica e financeira e uma larga experiência na exploração deste tipo de infra-estruturas, e submeter as suas propostas no site do Ministério até ao dia 7 de Dezembro.

O prazo para concessão será por um período de 30 anos, durante o qual, o vencedor vai assumir o transporte de grandes cargas, com maior predominância para os minérios e combustíveis, enquanto que o serviço público de transporte de passageiros e de pequena carga permanecerá sob a gestão do Caminho de Ferro de Benguela (CFB).

De acordo com o ministro, além da responsabilidade nos serviços de transporte de mercadorias e de logística de suporte, a futura empresa terá uma obrigação adicional, que tem a ver com o investimento de um ramal de ligação ao Caminho de Ferro a Zâmbia, de Ruacano a Gingi, numa extensão de 259 quilómetros.

“Com a construção desta infra-estrutura, os concorrentes habilitam-se à garantia de ver extendido o prazo de exploração de 30 para 50 anos de concessão”, assegurou.

Ricardo D’Abeu revelou que o Estado angolano investiu mais de dois mil milhões de dólares na reabilitação e modernização das infra-estruturas e meios circulantes do Corredor do Lobito, para torná-lo disponível para os agentes económicos e populações, beneficiando também a República Democrática do Congo e a Zâmbia, e permitindo uma maior integração regional e intercontinental.

“Estamos certos que é um pacote decisivo para o aumento da competitividade dos produtos de exportação da região e para a redução de custos das populações nos países da região”, afirmou o ministro.

Fez questão de realçar que, estão garantidos a manutenção de postos de trabalho e o aumento significativo de receitas a arrecadar.

“Ouvimos que nos movimentos mais áureos do CFB, foram transportados mais de trés milhões e 500 mil toneladas de produtos e o estudo de viabilidade económico que efectuamos, permite-nos perspectivar o aumento da actual condição operacional em 44 vezes mais, até ao ano de 2050.

 A viabilidade económica do Corredor do Lobito assenta na criação de uma solução de transporte intermodal de mercadorias, de e para a RDC e Zâmbia, impactando positivamente na redução dos custos face às principais alternativas existentes na região.

Além da vice-governadora para o sector político, social e económico, Lídia Amaro, em representação do governador Luis Nunes, estiveram presentes representantes das embaixadas da China, Espanha, França, Reino Unido, Estados Unidos, Emiratos Árabes Unidos, empresários nacionais e estrangeiros, que tiveram a oportunidade de realizar uma curta viagem de comboio ao Terminal Mineraleiro para conhecer uma das infra-estruturas ligadas ao projecto.