Expresso do CFB retoma viagens entre Lobito e Luau

  • Angola procura por um investidor credível para gerir Caminho de Ferro de Benguela (Arquivo)
Lobito – O Caminho de Ferro de Benguela (CFB) vai relançar, no próximo dia 26 deste mês, a circulação do comboio expresso especial de passageiros entre Lobito e Luau, soube hoje a Angop.

O chefe de comunicação institucional do CFB, António Ungulo, informou que os comboios terão duas frequências semanais, sendo uma a segunda-feira, com partida às 7 horas e chegada às 21 horas e 24 minutos e o retorno a quarta-feira, com o mesmo tempo de viagem, escalando apenas as estações do Huambo, Bié e Moxico.

A companhia fez circular esta quinta-feira um comboio especial publicitário, no troço Lobito/Benguela, para uma demonstração dos serviços, de padrão internacional, que oferecerá aos utentes.

Em relação aos preços dos bilhetes, o CFB vai cobrar seis mil e 500 kwanzas para o troço Lobito/Huambo, Kz oito mil do Lobito ao Kuito (Bié) e 15 mil e 350 kwanzas do Lobito ao Luena (Moxico).

Partindo da estação do Huambo até ao Kuito, o CFB vai cobrar cinco mil kwanzas, do Huambo para o Luena Kz 12 mil e 350, enquanto que do Kuito para o Luena, o bilhete vai custar Kz dez mil e 850.

Paralisado há cerca de um ano e meio, principalmente devido à Covid-19, o comboio está equipado  com camarotes, casas de banho, restaurantes climatizados, música ambiente e televisão.

O momento cultural, no comboio publicitário, esteve a cargo do músico Tiviné, que apresentou algumas músicas conhecidas do seu reportório, e também do grupo “Liga teatral VDM”, da cidade do Lobito.

A administradora para área comercial e operações do Porto do Lobito, Janet Matana, uma das convidadas da viagem publicitária, afirmou estar na "presença do desenvolvimento, inovação e melhoria dos transportes públicos".

“A entrada em circulação deste comboio nesta rota já se fazia sentir, em função do dinamismo do Corredor do Lobito, que vai trazer outras oportunidades, inclusive o aumento do fluxo de passageiros”, afirmou.

Joaquim Victor, outro passageiro, na casa dos 60 anos de idade, recordou as viagens que fazia para o Huambo na era colonial, no conhecido “Comboio mala”, então movido por uma máquina a vapor, mas com as condições quase semelhantes, fazendo alusão aos camarotes, casas de banho e ao restaurante.

“É uma viagem agradável, na medida em que a pessoa, além dos seus assuntos pessoais, tem a oportunidade de apreciar a paisagem, fazer amizades e de fazer compras em algumas estações ao longo do trajecto”, concluiu com satisfação.

O CFB é a maior companhia ferroviária de Angola, atravessando o país desde a cidade costeira do Lobito, na província de Benguela, até ao Luau (Moxico), com 67 estações e mil e 866 quilómetros de extensão de linha férrea.

 

O chefe de comunicação institucional do CFB, António Ungulo, informou que os comboios terão duas frequências semanais, sendo uma a segunda-feira, com partida às 7 horas e chegada às 21 horas e 24 minutos e o retorno a quarta-feira, com o mesmo tempo de viagem, escalando apenas as estações do Huambo, Bié e Moxico.

A companhia fez circular esta quinta-feira um comboio especial publicitário, no troço Lobito/Benguela, para uma demonstração dos serviços, de padrão internacional, que oferecerá aos utentes.

Em relação aos preços dos bilhetes, o CFB vai cobrar seis mil e 500 kwanzas para o troço Lobito/Huambo, Kz oito mil do Lobito ao Kuito (Bié) e 15 mil e 350 kwanzas do Lobito ao Luena (Moxico).

Partindo da estação do Huambo até ao Kuito, o CFB vai cobrar cinco mil kwanzas, do Huambo para o Luena Kz 12 mil e 350, enquanto que do Kuito para o Luena, o bilhete vai custar Kz dez mil e 850.

Paralisado há cerca de um ano e meio, principalmente devido à Covid-19, o comboio está equipado  com camarotes, casas de banho, restaurantes climatizados, música ambiente e televisão.

O momento cultural, no comboio publicitário, esteve a cargo do músico Tiviné, que apresentou algumas músicas conhecidas do seu reportório, e também do grupo “Liga teatral VDM”, da cidade do Lobito.

A administradora para área comercial e operações do Porto do Lobito, Janet Matana, uma das convidadas da viagem publicitária, afirmou estar na "presença do desenvolvimento, inovação e melhoria dos transportes públicos".

“A entrada em circulação deste comboio nesta rota já se fazia sentir, em função do dinamismo do Corredor do Lobito, que vai trazer outras oportunidades, inclusive o aumento do fluxo de passageiros”, afirmou.

Joaquim Victor, outro passageiro, na casa dos 60 anos de idade, recordou as viagens que fazia para o Huambo na era colonial, no conhecido “Comboio mala”, então movido por uma máquina a vapor, mas com as condições quase semelhantes, fazendo alusão aos camarotes, casas de banho e ao restaurante.

“É uma viagem agradável, na medida em que a pessoa, além dos seus assuntos pessoais, tem a oportunidade de apreciar a paisagem, fazer amizades e de fazer compras em algumas estações ao longo do trajecto”, concluiu com satisfação.

O CFB é a maior companhia ferroviária de Angola, atravessando o país desde a cidade costeira do Lobito, na província de Benguela, até ao Luau (Moxico), com 67 estações e mil e 866 quilómetros de extensão de linha férrea.