IGAE abre inquérito sobre “Caso TAAG" em Cabinda

  • Chegada da nova Aeronave da TAAG
Cabinda - A Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE) em Cabinda vai instaurar um inquérito à equipa da escala da transportadora aérea angolana TAAG na província, devido à venda ilícita de lugares nos voos de e para Luanda.

A abertura do inquérito resulta na detenção, terça-feira, no Aeroporto "Maria Mambo Café", na cidade de Cabinda, de um funcionário da loja da TAAG que, de acordo com uma denúncia de um passageiro, cobrou ilegalmente 30 mil kwanzas para viajar para Luanda.

Em entrevista, hoje, à Angop, o delegado da IGAE em Cabinda, José Manuel, referiu que são constantes as denúncias desta prática, por parte de passageiros que pretendem viajar para Luanda com reservas de seus lugares, mas acabam por não viajar devido à venda ilegal do lugar a terceiros.

Para José Manuel, urge a necessidade de se investigar e averiguar com maior profundidade, desde a direcção da escala e outras áreas afectas ao check-in e loja de venda de bilhetes de passagem, para apurar o "modus operandi" e banir este tipo de prática.

“Vamos abrir um inquérito estes dias à empresa TAAG em Cabinda para aprofundar mais o que ocorreu, a fim de eliminar tal prática. Recebemos muitas reclamações dos passageiros que pretendem viajar de Cabinda para Luanda e mesmo de Luanda para Cabinda”, referiu.

José Manuel explicou que a rede funciona com um intermediário que identifica pessoas aflitas e que queiram viajar urgentemente. Estas, por sua vez, depositam 30 a 50 mil kwanzas na conta do mediador, em vez de Kz 13 mil 645, tarifa oficial de uma viagem. De seguida, o valor é transferido para a conta bancária do trabalhador da TAAG que comanda o esquema.

O bilhete de passagem da TAAG Luanda/Cabinda/Luanda) custa 27 mil 290 kwanzas.

Para a IGAE, esta prática e outras existentes no aeroporto de Cabinda merecerão um conjunto de medidas, a serem tomadas nos próximos dias, a fim de identificar os promotores do procedimento ilícito e responsabilizá-los criminalmente.

A abertura do inquérito resulta na detenção, terça-feira, no Aeroporto "Maria Mambo Café", na cidade de Cabinda, de um funcionário da loja da TAAG que, de acordo com uma denúncia de um passageiro, cobrou ilegalmente 30 mil kwanzas para viajar para Luanda.

Em entrevista, hoje, à Angop, o delegado da IGAE em Cabinda, José Manuel, referiu que são constantes as denúncias desta prática, por parte de passageiros que pretendem viajar para Luanda com reservas de seus lugares, mas acabam por não viajar devido à venda ilegal do lugar a terceiros.

Para José Manuel, urge a necessidade de se investigar e averiguar com maior profundidade, desde a direcção da escala e outras áreas afectas ao check-in e loja de venda de bilhetes de passagem, para apurar o "modus operandi" e banir este tipo de prática.

“Vamos abrir um inquérito estes dias à empresa TAAG em Cabinda para aprofundar mais o que ocorreu, a fim de eliminar tal prática. Recebemos muitas reclamações dos passageiros que pretendem viajar de Cabinda para Luanda e mesmo de Luanda para Cabinda”, referiu.

José Manuel explicou que a rede funciona com um intermediário que identifica pessoas aflitas e que queiram viajar urgentemente. Estas, por sua vez, depositam 30 a 50 mil kwanzas na conta do mediador, em vez de Kz 13 mil 645, tarifa oficial de uma viagem. De seguida, o valor é transferido para a conta bancária do trabalhador da TAAG que comanda o esquema.

O bilhete de passagem da TAAG Luanda/Cabinda/Luanda) custa 27 mil 290 kwanzas.

Para a IGAE, esta prática e outras existentes no aeroporto de Cabinda merecerão um conjunto de medidas, a serem tomadas nos próximos dias, a fim de identificar os promotores do procedimento ilícito e responsabilizá-los criminalmente.