Bodiva movimenta USD 2 mil milhões ano

  • Edifício do Ministério das Finanças
Luanda - A Bolsa de Dívida e Valores de Angola (Bodiva), que vai a privatização em 2022, transacciona, por ano, o equivalente em kwanzas a dois mil milhões de dólares.

Esse volume poderá aumentar nos próximos anos, com as políticas que estão a ser adoptadas pela instituição, de acordo com o presidente da Comissão Executiva da Bodiva, Walter Pacheco.

Segundo o responsável, a Bolsa conta, actualmente, com 23 bancos comerciais (membros) e duas correctoras, que actuam na operacionalização de Obrigações do Tesouro (OT), fundamentalmente.

Dados divulgados pela própria Bodiva, no início deste ano, apontam que em 2020 foram negociados no mercado da bolsa de títulos de tesouro, 1,18 biliões de kwanzas, mais 35%  face ao ano de 2019.

Naquele espaço de 12 meses, foram  efectuados 5 512 negócios, mais 27% do que no ano anterior.

Entre as iniciativas previstas, Walter Pacheco assegurou  a entrada em funcionamento do Mercado de Bolsa de Acções (MBA), em 2022

O responsável deu esta informação nessa quarta-feira, por vídeo-conferência, no Roadshow Internacional para a promoção do Programa de Privatizações  (Propriv), promovido pelo Ministério das Finanças.

O MBA, permite a negociação de  acções de ofertas de compra e venda, resultando  um segmento de mercado dinâmico, oferecendo aos investidores  oportunidades de investimento directo no capital social de empresas  de referência no panorama nacional.

Para este ano, pretendem lançar o  Mercado de Balcão Organizado, que está sujeita a intervenção da Autoridade  regulação  do mercado de valores mobiliários, a Comissão de Mercados de Capitais (CMC). 

Este mercado dará uma certa liquidez aos títulos de dívida pública, que  ainda não está nos níveis desejados, segundo o responsável.

Tal iniciativa dará  sequência, em 2022,   a  entrada em funcionamento do mercado de Acções, com Oferta Publica Inicial  (IPO  sigla em inglês), que conta com algumas empresas já identificadas.

As empresas Mota Engil (20%), a Sonangalp ( 49,5%)a TV Cabo (49,5%) e Multitel (50%), com participação da Sonangol,  figuram entre as instituições seleccionadas e apuradas pela Comissão do Programa de Privatização (Propriv), para a abertura de  seu capital em Bolsa, por via da Oferta Publica Inicial.

Walter Pacheco considerou, desta feita,   o Propriv como  uma oportunidade para a Bolsa, onde serão alienados, activos e participações do Estado, como do Banco de Comércio e Industria (BCI), ENSA-Seguros de Angola, entre outras de referência nacional.

O processo de investimento em Bolsa, em Angola, para o sector privado está liberalizado, exigindo-se apenas um registo de operacionalização.

Antes, o Banco do Nacional de Angola (BNA) emitia uma licença ao sector privado para o efeito.

Esse volume poderá aumentar nos próximos anos, com as políticas que estão a ser adoptadas pela instituição, de acordo com o presidente da Comissão Executiva da Bodiva, Walter Pacheco.

Segundo o responsável, a Bolsa conta, actualmente, com 23 bancos comerciais (membros) e duas correctoras, que actuam na operacionalização de Obrigações do Tesouro (OT), fundamentalmente.

Dados divulgados pela própria Bodiva, no início deste ano, apontam que em 2020 foram negociados no mercado da bolsa de títulos de tesouro, 1,18 biliões de kwanzas, mais 35%  face ao ano de 2019.

Naquele espaço de 12 meses, foram  efectuados 5 512 negócios, mais 27% do que no ano anterior.

Entre as iniciativas previstas, Walter Pacheco assegurou  a entrada em funcionamento do Mercado de Bolsa de Acções (MBA), em 2022

O responsável deu esta informação nessa quarta-feira, por vídeo-conferência, no Roadshow Internacional para a promoção do Programa de Privatizações  (Propriv), promovido pelo Ministério das Finanças.

O MBA, permite a negociação de  acções de ofertas de compra e venda, resultando  um segmento de mercado dinâmico, oferecendo aos investidores  oportunidades de investimento directo no capital social de empresas  de referência no panorama nacional.

Para este ano, pretendem lançar o  Mercado de Balcão Organizado, que está sujeita a intervenção da Autoridade  regulação  do mercado de valores mobiliários, a Comissão de Mercados de Capitais (CMC). 

Este mercado dará uma certa liquidez aos títulos de dívida pública, que  ainda não está nos níveis desejados, segundo o responsável.

Tal iniciativa dará  sequência, em 2022,   a  entrada em funcionamento do mercado de Acções, com Oferta Publica Inicial  (IPO  sigla em inglês), que conta com algumas empresas já identificadas.

As empresas Mota Engil (20%), a Sonangalp ( 49,5%)a TV Cabo (49,5%) e Multitel (50%), com participação da Sonangol,  figuram entre as instituições seleccionadas e apuradas pela Comissão do Programa de Privatização (Propriv), para a abertura de  seu capital em Bolsa, por via da Oferta Publica Inicial.

Walter Pacheco considerou, desta feita,   o Propriv como  uma oportunidade para a Bolsa, onde serão alienados, activos e participações do Estado, como do Banco de Comércio e Industria (BCI), ENSA-Seguros de Angola, entre outras de referência nacional.

O processo de investimento em Bolsa, em Angola, para o sector privado está liberalizado, exigindo-se apenas um registo de operacionalização.

Antes, o Banco do Nacional de Angola (BNA) emitia uma licença ao sector privado para o efeito.