Angola quer rede nacional de plataformas logísticas

  • Ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu
Luanda - O ministro dos Transportes, Ricardo D’Abreu, considerou, hoje, ser crucial o segmento da Rede Nacional de Plataformas Logísticas (RNPL), no país, para aproximar os centros de produção aos mercados de consumidores.

De acordo com o governante, o compromisso do Executivo angolano, ao criar a Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA), manifesta o interesse de acelerar e implementar as plataformas logísticas já  reflectidas em documento jurídico.

A  referida Agência, a ARCCLA tem a responsabilidade de implantar a Rede Nacional de Plataformas Logísticas, de Angola, partindo de seis projectos prioritários nas regiões de Arimba, Caála, Lombe, Luau, Luvo e Soyo, quatro dos quais, já contemplados no Plano Operacional de Estruturação de Parcerias Público-Privadas (PPP) - POEP, lançado pelo Executivo no final de 2020.

Ricardo D’Abreu falava por videoconferência, no webinar de capacitação sobre “Parcerias Público-Privadas (PPPs) para Plataformas Logísticas em Angola” - uma iniciativa conjunta que envolve os Transportes, o Ministério da Indústria e Comércio, a União Europeia e a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (CNUCED).

Ainda no caso de Angola, admitiu que todo o esforço realizado a montante, de incentivo à produção nacional, bem como os custos de financiamento suportados pelos produtores, podem simplesmente não resultar se não houver, na cadeia de valor, este elemento crucial intermédio, entre o produtor e o consumidor final, quer interno quer externo.  

Por isso, disse, o foco particular do Governo incide sobre os principais eixos de produção nacional, contribuindo para a existência de infra-estruturas mais eficazes de aproximação do produtor ao consumidor final, sem que isso represente perdas e impacto nos preços na economia.  

Acrescentou, realçando que com a publicação do Decreto Presidencial 127/21 de 25 de Maio, onde o Executivo instituiu a Janela Única Logística, a iniciativa da Rede vai mais longe, tendo em conta que visa ser uma plataforma tecnológica de facilitação e simplificação dos processos logísticos nacionais, sob coordenação da ARCCLA.

“Por aí, podemos confirmar que o nosso envolvimento é genuíno e relança de forma clara a necessidade e importância das plataformas logísticas”,  afirmou Ricardo D’Abreu.

Ainda no seu entender,  as plataformas logísticas e o papel das PPPs em Angola podem contribuir para o significativo aumento da produtividade das empresas em rede, assegurando maior rentabilidade e sustentabilidade de toda a cadeia valor, contribuindo no Produto Interno Bruto (PIB).

Neste evento participam também o ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, a  directora da Divisão de Tecnologia e Logística da CNUCED,   Shamika N. Sirimanne, e a embaixadora da União Europeia em Angola, Jeannette Seppen.

Partilha de  experiências sobre  como funcionam as plataformas logísticas de vários países como, Rwanda, Brasil,Tailândia,  Holanda, Singapura, Suíça e Vietname estão a ser exibidas neste evento que conta, também, com  a participação  de players do mercado nacional e internacional.

O evento tem a duração de dois dias (15 e 16) e stakeholders dos sectores público e privado envolvidos nas actividades de agricultura, comércio, transporte e logística, bem como em PPPs em Angola, integram o colectivo.

As plataformas logísticas podem, ainda, desempenhar a função de pontos de conexão entre áreas de produção (especialmente do sector do agronegócio) aos mercados doméstico e regional/internacional

De acordo com o governante, o compromisso do Executivo angolano, ao criar a Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA), manifesta o interesse de acelerar e implementar as plataformas logísticas já  reflectidas em documento jurídico.

A  referida Agência, a ARCCLA tem a responsabilidade de implantar a Rede Nacional de Plataformas Logísticas, de Angola, partindo de seis projectos prioritários nas regiões de Arimba, Caála, Lombe, Luau, Luvo e Soyo, quatro dos quais, já contemplados no Plano Operacional de Estruturação de Parcerias Público-Privadas (PPP) - POEP, lançado pelo Executivo no final de 2020.

Ricardo D’Abreu falava por videoconferência, no webinar de capacitação sobre “Parcerias Público-Privadas (PPPs) para Plataformas Logísticas em Angola” - uma iniciativa conjunta que envolve os Transportes, o Ministério da Indústria e Comércio, a União Europeia e a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (CNUCED).

Ainda no caso de Angola, admitiu que todo o esforço realizado a montante, de incentivo à produção nacional, bem como os custos de financiamento suportados pelos produtores, podem simplesmente não resultar se não houver, na cadeia de valor, este elemento crucial intermédio, entre o produtor e o consumidor final, quer interno quer externo.  

Por isso, disse, o foco particular do Governo incide sobre os principais eixos de produção nacional, contribuindo para a existência de infra-estruturas mais eficazes de aproximação do produtor ao consumidor final, sem que isso represente perdas e impacto nos preços na economia.  

Acrescentou, realçando que com a publicação do Decreto Presidencial 127/21 de 25 de Maio, onde o Executivo instituiu a Janela Única Logística, a iniciativa da Rede vai mais longe, tendo em conta que visa ser uma plataforma tecnológica de facilitação e simplificação dos processos logísticos nacionais, sob coordenação da ARCCLA.

“Por aí, podemos confirmar que o nosso envolvimento é genuíno e relança de forma clara a necessidade e importância das plataformas logísticas”,  afirmou Ricardo D’Abreu.

Ainda no seu entender,  as plataformas logísticas e o papel das PPPs em Angola podem contribuir para o significativo aumento da produtividade das empresas em rede, assegurando maior rentabilidade e sustentabilidade de toda a cadeia valor, contribuindo no Produto Interno Bruto (PIB).

Neste evento participam também o ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, a  directora da Divisão de Tecnologia e Logística da CNUCED,   Shamika N. Sirimanne, e a embaixadora da União Europeia em Angola, Jeannette Seppen.

Partilha de  experiências sobre  como funcionam as plataformas logísticas de vários países como, Rwanda, Brasil,Tailândia,  Holanda, Singapura, Suíça e Vietname estão a ser exibidas neste evento que conta, também, com  a participação  de players do mercado nacional e internacional.

O evento tem a duração de dois dias (15 e 16) e stakeholders dos sectores público e privado envolvidos nas actividades de agricultura, comércio, transporte e logística, bem como em PPPs em Angola, integram o colectivo.

As plataformas logísticas podem, ainda, desempenhar a função de pontos de conexão entre áreas de produção (especialmente do sector do agronegócio) aos mercados doméstico e regional/internacional