Candidato da AOA promete gestão inclusiva

Luanda – O candidato da lista B à presidência da Academia Olímpica Angolana (AOA), Domingos Torres “Didi”, afirmou esta quinta-feira, em Luanda, que caso vença as eleições, agendas para dia 11 de Setembro, vai tornar a instituição mais sustentável e inclusiva.

Em conferência de imprensa, na Galaria do desporto, para apresentação do programa para o período 2021/2024, disse que o mesmo contém quatro pilares - organização da administração, comunicação e Marketing, educação, cultura, desporto e a sustentabilidade.

Referiu que vai criar uma administração capaz de dar oportunidade às crianças, jovens e adultos a aprenderem o que é o olimpísmo, benefícios e suas particularidades.   

A Academia Olímpica Angolana era um órgão tutelado pelo Comité Olímpico Angolano (COA), mas agora será uma instituição autónoma com a eleição do primeiro presidente, no dia 11 de Setembro.

De acordo o candidato, para a instituição funcionar nos primeiros meses vai contar com um orçamento vindo do COA e outras instituições ligadas, até a futura direcção ter consistência para desenvolver-se por si.

O pleito eleitoral no AOA conta com duas listas candidatas ao cargo de presidente. Além de Domingo Torres (B), concorre a antiga atleta Sara Tavares (A), que efectua a divulgação do seu plano de acção segunda-feira, na província do Namibe.

Estão ainda a concorrer para o cargo de Coordenador do conselho pedagógico do AOA quatro listas, nomeadamente de Sebastião Francisco “Tião” (A), Carlos de Oliveira (B), Genivaldo Dias (C) e Mayomona Nzita (D).

Para ocupar o cargo de Eforia da AOA, existem sete listas lideradas por Sara Tavares, Pedro Agostinho, Ana Cristina Vandunem, Manecas Madeira, José de Lima, Jucelino Bento e Genivaldo Dias.

O processo de entrega de lista teve início no dia 11 deste mês e terminou no dia 13. A campanha eleitoral começou no dia 17 e encerra a 9 de Setembro.

 

 

Em conferência de imprensa, na Galaria do desporto, para apresentação do programa para o período 2021/2024, disse que o mesmo contém quatro pilares - organização da administração, comunicação e Marketing, educação, cultura, desporto e a sustentabilidade.

Referiu que vai criar uma administração capaz de dar oportunidade às crianças, jovens e adultos a aprenderem o que é o olimpísmo, benefícios e suas particularidades.   

A Academia Olímpica Angolana era um órgão tutelado pelo Comité Olímpico Angolano (COA), mas agora será uma instituição autónoma com a eleição do primeiro presidente, no dia 11 de Setembro.

De acordo o candidato, para a instituição funcionar nos primeiros meses vai contar com um orçamento vindo do COA e outras instituições ligadas, até a futura direcção ter consistência para desenvolver-se por si.

O pleito eleitoral no AOA conta com duas listas candidatas ao cargo de presidente. Além de Domingo Torres (B), concorre a antiga atleta Sara Tavares (A), que efectua a divulgação do seu plano de acção segunda-feira, na província do Namibe.

Estão ainda a concorrer para o cargo de Coordenador do conselho pedagógico do AOA quatro listas, nomeadamente de Sebastião Francisco “Tião” (A), Carlos de Oliveira (B), Genivaldo Dias (C) e Mayomona Nzita (D).

Para ocupar o cargo de Eforia da AOA, existem sete listas lideradas por Sara Tavares, Pedro Agostinho, Ana Cristina Vandunem, Manecas Madeira, José de Lima, Jucelino Bento e Genivaldo Dias.

O processo de entrega de lista teve início no dia 11 deste mês e terminou no dia 13. A campanha eleitoral começou no dia 17 e encerra a 9 de Setembro.