Angola teve prestação positiva em Tóquio - José Manuel

  • Selecção de atletismo adaptado cumpriu em Tóquio
Luanda - O técnico José Manuel considerou positiva a participação de Angola nos Jogos Paralímpicos terminados recentemente em Tóquio (Japão), baseando-se no facto de um dos dois integrantes da selecção nacional ter superado as respectivas marcas e ter atingido duplamente às meias-finais.

Falando esta quarta-feira à ANGOP, após a chegada da delegação ao país, afirmou que antes do evento nipónico Angola esteve dois anos sem competir em provas internacionais, mas ainda assim foram alcançados os objectivos traçados pelo Comité Paralímpico Angolano.

O também coordenador nacional do atletismo adaptado indicou que a partir do próximo dia 25 inicia a preparação para os Jogos Paralímpicos de França, em 2024.

O programa prevê, numa primeira fase, a selecção de atletas nas respectivas províncias com base num programa de treinamento uniforme.

Para o antigo recordista dos 110 metros com barreiras, tendo como objectivo a subida ao pódio em Paris´2024, a preparação deve ter em conta aspectos como melhores condições internas de treinamento, participação em provas internacionais e estágios pré-competitivos.

No Japão, Juliana Moko qualificou-se às meias-finais dos 100 metros para atletas deficientes visuais, classe T11. Cronometrou 13 segundos e três décimos, batendo a sua anterior marca na especialidade que era de 13: 53, estabelecida no meeting internacional Tunísia´2019.

Nos 200 metros voltou a qualificar-se às meias-finais com o tempo de 27 segundos e 27 décimos. A anterior marca era de 29.12, batida, também, no meeting internacional da Tunísia, em 2019.

Nos 400 metros, ficou pelas preliminares.

Já o fundista Manuel Jaime não foi além da 11ª posição da final directa dos 1500 metros para deficientes motores, classe T46,  com o tempo de 4:09.79.

 

Falando esta quarta-feira à ANGOP, após a chegada da delegação ao país, afirmou que antes do evento nipónico Angola esteve dois anos sem competir em provas internacionais, mas ainda assim foram alcançados os objectivos traçados pelo Comité Paralímpico Angolano.

O também coordenador nacional do atletismo adaptado indicou que a partir do próximo dia 25 inicia a preparação para os Jogos Paralímpicos de França, em 2024.

O programa prevê, numa primeira fase, a selecção de atletas nas respectivas províncias com base num programa de treinamento uniforme.

Para o antigo recordista dos 110 metros com barreiras, tendo como objectivo a subida ao pódio em Paris´2024, a preparação deve ter em conta aspectos como melhores condições internas de treinamento, participação em provas internacionais e estágios pré-competitivos.

No Japão, Juliana Moko qualificou-se às meias-finais dos 100 metros para atletas deficientes visuais, classe T11. Cronometrou 13 segundos e três décimos, batendo a sua anterior marca na especialidade que era de 13: 53, estabelecida no meeting internacional Tunísia´2019.

Nos 200 metros voltou a qualificar-se às meias-finais com o tempo de 27 segundos e 27 décimos. A anterior marca era de 29.12, batida, também, no meeting internacional da Tunísia, em 2019.

Nos 400 metros, ficou pelas preliminares.

Já o fundista Manuel Jaime não foi além da 11ª posição da final directa dos 1500 metros para deficientes motores, classe T46,  com o tempo de 4:09.79.