Governo de Benguela entrega equipamento agrícola às cooperativas

  • Camponeses vão poder desenvolver melhor a actividade produtiva
Benguela – Tractores, motobombas, charruas, sementes e outro material agrícola vai ser entregue, nos próximos dias, às cooperativas e famílias camponesas do interior da província de Benguela, para minimizar os efeitos da estiagem, soube a ANGOP.

Segundo o governador provincial de Benguela, Luís Nunes, que falava no município da Ganda, com esse apoio pretende-se ajudar a combater a fome que assola as famílias devido a seca.

Luís Nunes prometeu trabalhar para que a fome que assola a comuna da Chicuma, celeiro agrícola da província, e outras regiões do interior seja minimizada.

Com esse apoio, disse, será possível beneficiar não só a população benguelense, mas também de outras regiões do país, para onde poderá ser escoado o excedente da produção.

“O Estado tem apostado seriamente na agricultura, com fortes investimentos no sector da mecanização, daí a necessidade das comunidades estarem organizadas em cooperativas”, enfatizou.

Por outro lado, o governador anunciou a resolução em breve de alguns problemas sociais que constrangem os munícipes da Ganda, nomeadamente a falta de água, luz e a recuperação das vias de acesso.

Na mesma senda, disse que as unidades hospitalares da Ganda serão reforçadas com a distribuição de medicamentos, no sentido de se inverter o quadro que se regista, de falta de fármacos, tendo em conta o fraco poder de compra das famílias.

Quanto às obras de construção de vários projectos em curso no município, no âmbito do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), Luís Nunes mostrou-se insatisfeito pelo facto de algumas estarem com 60 por cento de execução financeira e os empreiteiros não estarem a cumprir com os prazos estabelecidos.

Aos munícipes da Ganda, Luís Nunes pediu que sejam os primeiros a pressionar os empreiteiros a executarem os projectos sociais, como escolas e hospitais, para que num curto prazo possam beneficiar as populações.

Entretanto, os membros do conselho de auscultação do município manifestaram ao governador os vários problemas que enfermam os munícipes, como a falta de incubadoras para geração de empregos para juventude, pelo facto de muitos destes estarem formados mas sem ocupação, necessidade de produção de energia localmente, através da construção de mini-hídricas, reforço da distribuição da água.

A distribuição de cestas básicas para as famílias carenciadas, no sentido das crianças não deixarem de estudar por conta da fome, a distribuição de medicamentos às unidades hospitalares, reabilitação das vias de acesso, conflitos de terras e a situação dos subsídios aos antigos combatentes, são outras preocupações apresentadas no encontro.

Esta foi a primeira visita oficial do governador àquela região, dois meses após a sua nomeação, onde radiografou vários projectos no âmbito do PIIM e do Programa de Investimentos Públicos, alguns abandonados, com realce para escolas, centros médicos, postos policiais, palácio da justiça, entre outros.

Segundo o governador provincial de Benguela, Luís Nunes, que falava no município da Ganda, com esse apoio pretende-se ajudar a combater a fome que assola as famílias devido a seca.

Luís Nunes prometeu trabalhar para que a fome que assola a comuna da Chicuma, celeiro agrícola da província, e outras regiões do interior seja minimizada.

Com esse apoio, disse, será possível beneficiar não só a população benguelense, mas também de outras regiões do país, para onde poderá ser escoado o excedente da produção.

“O Estado tem apostado seriamente na agricultura, com fortes investimentos no sector da mecanização, daí a necessidade das comunidades estarem organizadas em cooperativas”, enfatizou.

Por outro lado, o governador anunciou a resolução em breve de alguns problemas sociais que constrangem os munícipes da Ganda, nomeadamente a falta de água, luz e a recuperação das vias de acesso.

Na mesma senda, disse que as unidades hospitalares da Ganda serão reforçadas com a distribuição de medicamentos, no sentido de se inverter o quadro que se regista, de falta de fármacos, tendo em conta o fraco poder de compra das famílias.

Quanto às obras de construção de vários projectos em curso no município, no âmbito do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), Luís Nunes mostrou-se insatisfeito pelo facto de algumas estarem com 60 por cento de execução financeira e os empreiteiros não estarem a cumprir com os prazos estabelecidos.

Aos munícipes da Ganda, Luís Nunes pediu que sejam os primeiros a pressionar os empreiteiros a executarem os projectos sociais, como escolas e hospitais, para que num curto prazo possam beneficiar as populações.

Entretanto, os membros do conselho de auscultação do município manifestaram ao governador os vários problemas que enfermam os munícipes, como a falta de incubadoras para geração de empregos para juventude, pelo facto de muitos destes estarem formados mas sem ocupação, necessidade de produção de energia localmente, através da construção de mini-hídricas, reforço da distribuição da água.

A distribuição de cestas básicas para as famílias carenciadas, no sentido das crianças não deixarem de estudar por conta da fome, a distribuição de medicamentos às unidades hospitalares, reabilitação das vias de acesso, conflitos de terras e a situação dos subsídios aos antigos combatentes, são outras preocupações apresentadas no encontro.

Esta foi a primeira visita oficial do governador àquela região, dois meses após a sua nomeação, onde radiografou vários projectos no âmbito do PIIM e do Programa de Investimentos Públicos, alguns abandonados, com realce para escolas, centros médicos, postos policiais, palácio da justiça, entre outros.