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31-12-2008 15:32

Kuando Kubango
INAC considera reduzidos os casos de violência contra criança em 2008

Menongue - A Directora Provincial do Instituto Nacional da Criança no Kuando Kubango, Aida Rosalina Pedro, considerou esta terça-feira reduzidos os casos de violência contra petizes em 2008, tendo se registado apenas seis casos de Janeiro a Dezembro.



De acordo com Aida Rosalina, dos seis casos apresentados na direcção, dois foram de protecção social, um de descaminho que foi encaminhado à procuradoria, um de abandono, um de reunificação e um de violência contra a criança.

 

Segundo disse, os seis foram dos apresentados na sua instituição, mas admitiu terem havido outros de que não avançou os números, visto que existe uma colaboração com o departamento provincial de investigação criminal “DIPC” e a procuradoria na resolução destes casos, acreditando que alguns foram resolvidos directamente a partir destes departamentos.



Aida Rosalina disse ainda que em termos gerais, o número de casos de violência contra a criança registados durante a época de 2008, indicam que o trabalho empreendido tem sido agradável, no entanto se um dos saiba quais são os direitos da criança, como réplica o “INAC”, tem constatado grande compreensão das pessoas, no que concerne os direitos da criança.



Aquela responsável afirmou ser positivo o balanço do seu órgão em 2008, tendo em vista as actividades desenvolvidas durante o ano, assim como reconheceu os resultados alcançados serem notórios, graças aos esforços que o sector tem aplicado.



Este facto testemunha o trabalho desencadeado, em prol dos direitos da defesa da criança em 2008, mas não excluiu a possibilidade de que há necessidades de se impor mais esforços, para que o que foi o programa a nível da província, no ano findo, venha conhecer mais êxitos em 2009.



Por outro lado, assegurou que para o próximo ano o Instituto Nacional da Criança, no Kuando Kubango, perspectiva a criação e expansão das redes e protecção e promoção dos direitos da criança, em toda parcela da província, um plano que não foi alcançado em 2008, devido alguns constrangimentos de vária ordem.



“A rede de protecção e promoção dos direitos da criança exige um trabalho conjunto e mais articulado em função da coordenação que surge deste dois elementos, porque agrupam todos os factores sociais e é neste âmbito que todas as dificuldades afectas ao sector podem ser ultrapassadas”, aclarou.



Finalmente disse que, a criança na qualidade de sujeito de direito, a instituição que dirige tem desenvolvido acções que permitem uma implementação dos seus direitos, atendendo todos os instrumentos  jurídicos legais, nacionais e internacionais.






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