Luanda – Empresários nacionais ligados ao sector imobiliário estão a aderir aos lotes de terrenos postos à disposição para a edificação de infra-estruturas sociais na Baía de Luanda, no âmbito da terceira fase da requalificação da zona, em curso desde Setembro deste ano.
Segundo o administrador da Sociedade Baía de Luanda, gestor do projecto, Miguel Carneiro, em declarações hoje, quinta-feira, à Angop, trata-se de parcelas para a edificação de prédios que vão de 2.500 a 50 mil metros quadrados ao longo da Baía de Luanda que estão à disposição dos promotores, investidores institucionais, pequenas e médias empresas.
As referidas áreas, de acordo com o responsável, estão localizadas na Ilha do Cabo e são divididos em parcelas A, B e C, totalizando 39 mil hectares.
Para facilitar o trabalho, a Sociedade Baía de Luanda pós à disposição dos investidores diversos serviços ajustados as necessidades dos clientes, nomeadamente informações técnicas e jurídicas, para optimizar as actividades de planeamento, licenciamento e construção na zona.
Consta igualmente do pacote de serviços, controlo financeiro, apoio técnico desde a concepção do projecto a construção, serviços de engenharia, orientação em torno da construção de edifícios, apoio comercial e colocação de produtos imobiliário no mercado e gestão de edifícios.
Indicou que nesta terceira etapa a requalificação da Baía está baseada num modelo de desenvolvimento tipicamente divido a uma fase inicial de arquitectura e projecto aprovado pelo cliente, seguida de uma segunda de construção, liderada pela sociedade.
Após requalificação parcial, a Baía de Luanda foi aberta ao público em Agosto deste ano, reflectindo uma imagem da modernidade.