Caxito – O ministro da Saúde, José Van-Dúnem, afirmou hoje (sexta-feira) que a entrada em funcionamento do hospital geral da Barra do Dande vai permitir que a taxa de mortalidade nesta região do país continue a baixar.
José Van-Dúnem, que falava à população da comuna da Barra do Dande após a inauguração do hospital geral, manifestou-se satisfeito com a unidade sanitária, ao referir que a mesma possui equipamento moderno e técnicos capacitados.
“É um motivo de grande satisfação poder vir ao Bengo inaugurar este hospital geral, que como sabem, faz parte das intervenções do Executivo dirigido pelo Presidente, José Eduardo dos Santos, e que tem como missão central fazer com que a vida dos angolanos continue a melhorar progressivamente”, frisou.
O governante disse que “o programa anterior do MPLA foi cumprido, mas os desafios mantêm-se. Ainda temos mais coisas que temos de continuar a fazer, para isso precisamos de tempo para materializar a nova proposta de governo que o MPLA tem. A confiança que temos resulta do que nós prometemos e do que fomos capazes de fazer”.
Por outro lado, José Van-Dúnem anunciou a chegada em breve de uma equipa de médicos cubanos para reforçar o quadro de pessoal do hospital geral da Barra do Dande.
“A dificuldade que se colocava, que tem a ver com o alojamento, aqui nesta unidade está superada. Existe um complexo habitacional para médicos que venham trabalhar neste hospital”, explicou o governante.
O ministro alertou a população que basta o executivo colocar estes serviços a disposição, o importante, segundo o governante é que todos cuidem destas infra-estruturas e utilizem os serviços disponíveis.
“Esse lado da responsabilidade social, que cabe à população, deve continuar a ser aprofundado, quer dizer o executivo faz uma parte e a população faz a sua”, recomendou.
Por sua vez, o governador da província do Bengo, João Bernardo de Miranda, disse que o hospital é fruto do trabalho abnegado do governo de Angola e que decorre do programa do governo de 2008 a esta parte.
“Trata-se de um hospital de referência, com equipamento de ponta, à altura da época e do mundo de hoje. Aqui temos todas as valências técnicas”, afirmou o governador.
A unidade sanitária construída em dois anos custou ao Estado angolano 13 milhões 702 dólares e começa a atender o público na segunda-feira (20 de Agosto), conforme garantiu o seu director-geral, João das Necessidades Fernandes.
O hospital, com 75 camas para internamento, tem dois blocos operatórios, banco de urgências, morgue, serviços de raio X, pediatria, medicina e outros.