Luanda - A ministra da Família e Promoção da Mulher, Genoveva Lino, mostrou-se nesta quinta-feira preocupada com o número de casos de gravidezes precoces na adolescência, que se têm registado nos últimos anos em Angola.
Em declarações à imprensa, à margem do lançamento da campanha de prevenção do cancro do colo do útero, a ministra frisou que há todo um conjunto de medidas que se devem tomar para se resolver estes problemas que afligem a sociedade.
“Tudo isso passa no seio das famílias e tem que ser resolvido com base no diálogo com as meninas e rapazes sobre o assunto”, reforçou.
Segundo a responsável, a gravidez precoce na adolescência prejudica principalmente as meninas e muitas acabam por perder os seus sonhos.
Para conter as gravidezes precoces, de acordo com Genoveva Lino, precisa-se, quer do Estado, quer das famílias, trabalho conjunto no sentido de se prevenir, sensibilizar e educar os adolescentes que os filhos são para depois e que a prioridade é a formação para que amanhã possam conquistar o seu próprio espaço.
Genoveva Lino acrescentou ainda que com esta campanha de prevenção do cancro do colo uterino se está a garantir a saúde da mulher, porque terão filhos saudáveis e mais fortes e predispostos a participar no grande desenvolvimento do país.
De acordo com a ministra, o seu pelouro vai trabalhar fortemente na sensibilização junto das famílias sobre esta campanha para a redução da enfermidade.