Luanda - O director executivo Associação Angolana de Jornalistas na Luta Contra a Sida “AAJL-SIDA”, Hele Bessa, solicitou hoje, terça-feira, em Luanda, maior apoio moral e social dos angolanos para com as crianças seropositivas, de formas a desenvolverem-se num ambiente sem descriminação.
O responsável fez este pedido durante o 1º encontro alargado de parceiros para análise da situação da criança seropositiva em Angola, tendo solicitado a colaboração de todos agentes envolvidos na luta contra a SIDA para que as mães levem os filhos seropositivos as consultas e centros de aconselhamento para o tratamento.
O responsável considera haver ainda muita descriminação no país contra os portadores da doença, dai à necessidade dos activistas trabalharem na mudança da consciência das pessoas.
“Embora seropositivas, a sociedade deve contar com estas crianças para o desenvolvimento do país”, explicou.
O activista diz ser importante que as pessoas realizam o teste voluntário do SIDA para saber do seu estado de saúde e caso sejam portadores do vírus iniciem o tratamento o mais rápido possível.
Pediu maior esforço do governo e Ong's no sentido de desenvolverem mais programas de combate e prevenção do VIH-SIDA em Angola.
O primeiro encontro alargado de parceiros para análise da situação da criança seropositiva em Angola decorre sobre o lema “Garantido o futuro para assegurar o seu desenvolvimento, por uma parceria firme e segura, estamos presentes”.