Indique este Site | Adicionar aos Favoritos | Sua Página Inicial  
11-10-2009 12:32

Efeméride
Hoje é Dia Mundial de Combate à Obesidade

Foto/divulgação
OMS considera que o baixo consumo de frutas e verduras aumenta o risco de problemas cardíacos e obesidade
OMS considera que o baixo consumo de frutas e verduras aumenta o risco de problemas cardíacos e obesidade

Luanda – Hoje, 11 de Outubro, assinala-se o Dia Mundial de Combate à Obesidade. 

 

A data foi instituída em 1997 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), visando estimular as pessoas a optarem por actividades preventivas e saudáveis.

 
A obesidade é apontada pela OMS como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, por atingir 1 bilião de pessoas. Além disso, ela é um factor de risco para a diabete.
 
A organização internacional das Nações Unidas estima que, em 2.015, mais de 700 milhões de pessoas serão obesas no mundo.
 
Em 1997, a OMS já classificava o aumento do sobrepeso e da obesidade como epidemia, por, em muitos países, mais da metade da população apresentar algum grau de excesso de peso. A epidemia é global e atinge, não somente países desenvolvidos, mas também os que estão em desenvolvimento.
 
A organização mundial considera que nos Estados Unidos da América (EUA) a situação é mais grave, pois 61% da população com idade superior a 25 anos apresentam excesso de peso.
 
Para a OMS, a população está cada vez mais sedentária e, com isso, crescem os números da obesidade e a preocupação dos profissionais de saúde em combatê-la e, consequentemente, em prevenir as diversas disfunções causadas pelo excesso de peso.
 
A obesidade é uma doença crónica, de difícil tratamento, que pode ser resultado de herança genética, fisiológica, sedentarismo, excesso de alimentos ou alimentação inadequada, devido a transtornos alimentares.
 
A sua prevenção tem três factores principais: reeducação alimentar, aumento ou prática de actividade física e mudança no estilo de vida.
 
Em alguns casos pode haver a necessidade de intervenção medicamentosa e, nos mais severos, a realização de cirurgias é necessária. 
 
Quem sofre com o excesso de peso sabe o quanto é difícil perder alguns quilos. Às vezes, mesmo com dieta e exercícios, os resultados não são tão bons.
 
O baixo consumo de frutas e verduras aumenta o risco de problemas cardíacos, alguns tipos de câncer e obesidade.
 
Por esse motivo, OMS e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) têm uma estratégia integrada para promover um maior consumo de frutas e verduras.
 
Estima-se que o baixo consumo de frutas e verduras cause cerca de 2,7 milhões de mortes a cada ano e está entre os 10 maiores factores de risco que contribuem para a mortalidade, segundo a OMS.
 
Segundo Kraisid Tontisirin, Director da Divisão de Alimentos e Nutrição da FAO, “a Organização enfrenta o desafio de aumentar em todo o mundo a consciencialização acerca dos benefícios de um maior consumo de frutas e verduras.
 
Para promover efectivamente um maior consumo de frutas e verduras, ”é preciso avaliar de maneira mais sistemática a alimentação prevalecente no tocante às implicações para a nutrição e a saúde.”
 
Mahmoud Solh, Director da Divisão de Produção e Protecção Vegetal da FAO, afirmou: “São necessárias iniciativas nacionais imediatas para produzir e comercializar eficientemente produtos hortícolas mais baratos, usando menos pesticida e com perdas menores no manuseio pós-colheita.”
 
As doenças não transmissíveis são responsáveis por quase 60% das mortes em todo o mundo e 45% da morbidade global.
 
Um consumo diário suficiente de frutas e verduras pode ajudar a prevenir as doenças não transmissíveis como cardíacas, diabetes tipo 2, obesidade e certos tipos de câncer.
 
O relatório recém-publicado denominado “Consulta Conjunta de Especialistas da OMS/FAO sobre Alimentação, Nutrição e Prevenção de Doenças Crónicas” recomenda o consumo mínimo de 400g de frutas e verduras por dia (excluindo batatas e outros tubérculos) para a prevenção de doenças crónicas.
 
As informações do banco de dados da FAO indicam que a reserva total de frutas e verduras disponível está abaixo do consumo mínimo em muitos países, especialmente na Ásia, África e Europa Central e Oriental.
 
O consumo em geral também é baixo entre os grupos socioeconómicos mais pobres dos países desenvolvidos.





 Imprimir    Indicar
Últimas Notícias
18:15 - Diagnosticados 403 novos casos de VIH-ida em 2011
16:35 - Mais de três mil gestantes beneficiam de mosquiteiros no Kwanhama
16:33 - Doentes aconselhados a evitar medicamentos sem prescrição médica
15:56 - Província da Huíla observa redução de mortes por malária
14:45 - INEMA forma mais de cem profissionais em atendimento pré e inter hospitalar
14:37 - País enfrenta grande desafio de saúde pública - diz fonte sanitária
14:19 - Cidadão doente há 27 anos transferido para o Hospital Josina Machel
12:23 - Auto medicação preocupa farmacêuticos
11:29 - Assinala-se sábado o Dia Mundial do Doente
21:59 - FAA desenvolvem estratégias para combater VIH/Sida no seio dos efectivos
TPA - Televisão Pública de Angola
RNA - Rádio Nacional de Angola
Jornal de Angola
© 1997 - 2008 Angop. Todos os direitos reservados.