Menongue - O comandante da Região Militar Sul das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Apollo Pedro Felino Yakuvela, defendeu neste fim-de-semana, em Menongue, província do Kuando Kubango, a necessidade de se dar maior atenção ao problema do controlo do homem e o das suas condições sociais, para que jogue um papel importante a iniciativa local e dos respectivos comandos.
Segundo o general, que falava no acto de encerramento da VII Reunião do Conselho Superior da Região Militar Sul, decorrida na
cidade de Menongue, na grandiosa tarefa e missão das FAA identificados, os seus êxitos ou fracassos dependem muito dos
comandantes e chefes que lideram as unidades militares.
Com os tipos de reuniões do género, avançou, as principais chefias e responsáveis da Região Militar têm nelas como fonte principal de verificarem o estado do seu trabalho, da sua organização, disciplina e, fundamentalmente, a situação social dos seus efectivos e, à luz do que se constatou, traçar novas estratégias e metas para se ultrapassar as dificuldades verificadas, como a criação de condições sociais e outras para os efectivos.
“Os líderes devem ser perspicazes, audazes, capazes e inteligentes, de formas a mobilizarem os subordinados para cumprimento das ordens e missões a qualquer momento do dia, mês e ano”, acrescentou o general Apollo Yakuvela.
Mostrou a sua convicção de que os efectivos da região saberão com abnegação, sacrifício e paciência corresponder com tudo quanto se abordou.
De acordo ainda com o oficial general , é preciso que os efectivos das Forças Armadas Angolanas da Região Militar Sul olhem, para
os tempos que se seguem, com sentido de responsabilidade acrescida, elevando assim para patamares bem altos, os níveis de consciência patriótica e disciplina das tropas.
Participaram na VII Reunião, o segundo-comandante da Região Militar Sul, tenente-general Joaquim Guilherme Tchiloia, o segundo
comandante da Quinta Divisão Militar do Kuando Kubango, brigadeiro António Hangalo, comandantes das divisões, chefes de órgãos,
armas e serviços do comando e Estado Maior, que, a par de outros, passaram em revista o cumprimento das recomendações saídas na VI reunião.