Benguela - O presidente do Sindicato Provincial da União dos Trabalhadores Angolanos, Unta-Confederação Sindical em Benguela, José Joaquim Laurindo, considerou hoje, nesta cidade, que o programa de Governo do MPLA só se torna exequível se valorizar o homem assalariado.
O sindicalista que falava após a cerimónia de apresentação do programa do MPLA aos responsáveis do partido no poder, directores provinciais, empresários, autoridades religiosas e convidados, sublinhou que o programa no seu todo é muito proveitoso.
José Laurindo frisou que se deve ter em conta que o programa do MPLA só é exequível com os homens trabalhadores e que seja elevado em função daquilo que é ainda hoje a vida do trabalhador.
“Mas acompanhamos com todo o cuidado o programa que contempla o melhoramento das condições de trabalho e salariais e é o que nós esperamos como trabalhadores”, disse.
Como membro da sociedade, Joaquim Laurindo considerou que o programa contempla todos os pólos da vida dos angolanos que podem catapultar Angola para uma nova dimensão.
“Em 2008 estávamos a falar de cinco anos de conquista da paz e agora estamos a dez anos e é já tempo suficiente. As coisas foram melhorando substancialmente e tenho a certeza que este quinquénio 2012/2017 venha a elevar outros aspectos sócio-económicos do país”, disse.
Estiveram presentes na cerimónia presidida pelo primeiro secretário do comité provincial do MPLA, Armando da Cruz Neto, o coordenador do grupo de acompanhamento do Bureau Político do MPLA, Júlio Ferreira Martins, o vice-ministro do Planeamento para o planeamento, Pedro Luís da Fonseca, Joaquim Marra, director nacional das actividades turísticas do Ministério da Hotelaria e Turismo, e o segundo secretário provincial do MPLA, Veríssimo Sapalo.