Benguela - A pastora da Igreja Evangélica Congregacional de Angola (IECA) em Benguela, Ilda Valério, sugeriu hoje, nesta cidade que, o programa de governação do
MPLA para o quinquénio 2012/2017 deve priorizar a formação de quadros, uma vez que estes são o garante do ambicioso plano para o país.
Ilda Valério que falava à Angop após testemunhar a apresentação do programa do governo do MPLA e do seu manifesto eleitoral aprazado para 31 de Agosto, frisou que todos os sectores são válidos, mas a formação de quadros (jovens e crianças) é que garantirá a exequibilidade do programa.
Avançou que, o programa apresenta um plano de realização que deve ter em conta a sua concretização.
“A apresentação está muito boa e são promessas aliciantes, é muito bom, agora o que se deve fazer é lutar e trabalhar para a sua realização para que toda a comunidade, entre os jovens crianças e mulheres todos tenha acesso a estes bens no sentido de todos verem Angola a crescer”, realçou.
Por seu turno, o jornalista e comentarista da Emissora Provincial de Benguela da Rádio Nacional, Jaime Azulay, augura que o eleitorado se pronuncie de forma responsável e livre nas eleições de 31 de Agosto próximo.
Jaime Azulay que falava em entrevista à Angop, após a apresentação do programa de governo do MPLA e do manifesto eleitoral para 2012/2017, disse que o programa apresentado é de grandes desafios, tratando-se de que este partido é uma força política angolana com muitas responsabilidades históricas.
“É um programa exequível, tendo em conta a vasta experiência que o MPLA tem", disse.
Realçou por outro lado que, o programa do MPLA de 2008 a 2012 foi afectado pela crise financeira internacional, que ainda perdura com um peso para a economia nacional.
“Foram realizadas obras de grande envergadura, ligadas a reconstrução do país, visível em todo território nacional”, afirmou.
Ressaltou o reforço das empresas públicas de comunicação social e da expansão da rádio para as comunidades.
“Não só no capítulo da Comunicação Social em si, existem desafios bastante importantes nos quais o sector privado é chamado a participar”, enfatizou.