Luanda – Um total de três mil e quinhentos agentes formados em todo o país vão levar a cabo a Campanha Nacional de Educação Cívica Eleitoral, lançada nesta quinta-feira, em Luanda, pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE).
A afirmação é do presidente da CNE, Silva Neto, que discursava na abertura do lançamento da referida campanha, que tem por finalidade, informar os eleitores sobre direitos e deveres, assim como manter informados, os abrangidos, sobre a data, os locais e o período de realização do escrutínio.
Na sua intervenção, frisou que os três mil e 500 agentes formados, terão a missão de elucidar e sensibilizar os eleitores, em particular com um objectivo concreto, designadamente a mobilização, tendo em conta a sua participação activa e consciente do processo de votação.
Referiu no entanto, que essa grande tarefa de associar a realização de eleições regulares à consolidação da paz e do processo democrático, mobilizar o eleitor e promover a sua consciência, evitando a abstenção de voto, requer de todos os agentes eleitorais, maior empenho e dedicação.
“A história de um país faz-se todos os dias e, o acto que estamos aqui a realizar consubstanciado no lançamento da campanha de educação cívica é mais um capítulo do processo eleitoral iniciado em Abril aquando do seminário nacional sobre o Pacote Legislativo Eleitoral”, sublinhou.
A jornada tem também como finalidade, elucidar os eleitores sobre os mecanismos de eleição do Presidente da República, do vice-presidente e dos deputados à Assembleia Nacional, bem como contribuir para a preservação de ambiente de paz e tranquilidade antes, durante e depois do pleito.
Visa de igual modo, informar e sensibilizar os eleitores nas cidades, vilas aldeias, lavras, mercados e igrejas, com o intuito de mobilizar todos, tendo em vista a sua participação activa e consciente no processo de votação.
A cerimónia que decorreu no Centro de Convenções de Talatona contou com a presença de membros da CNE, do Executivo, do corpo diplomático, representantes de partidos políticos, autoridades tradicionais, ONG nacionais e estrangeiras, instituições religiosas, entre outras.