Luena – O alcance da paz definitiva no país, a 4 de Abril de 2002, permitiu a promoção de uma sociedade verdadeiramente livre, com caminhos traçados para a consolidação da democraciae a justiça social, condições indispensáveis para desenvolvimento harmonioso.
A constatação é do professor da escola Dom Bosco, no Luena, província do Moxico, Catimba Lenita, quando falava à Angop a propósito da celebração da data que marcou o "calar das armas" em Angola, após longo período de guerra fraticida.
Disse que, com a pacificação, o Executivo angolano e as outras forças da nação têm pautado pela protecção dos direitos humanos no país, consubstanciados nas vertentes da liberdade de opinião,de expressão, e de associação, foemnto de emprego, assistência médico-medicamentosa, formação académica, fornecimento de água e luz, entre outros bens básicos.
“Penso que, se procurarmos a compreensão simples da palavra paz será bastante difícil, porque (ela) deve ser descrita por cada indivíduo, de acordo com o que está a viver comparativamente aos tempos de guerra”, argumentou.
Referiu que, graças ao alcance da paz, denota-se maior aposta no desenvolvimento intelectual, com a expansão de universidades a todas províncias do país, em particular na província do Moxico, onde nunca foi leccionado nível de formação superior, obrigando a transferência dos interessados para outras localidades, com todos os condicionalismos inerentes.
O 4 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, que assinala o seu décimo aniversário, constitui uma das maiores conquistas dos angolanos, a par da Independência Nacional, proclamada em 11 de Novembro de 1975.