Luanda – Um novo formulário interactivo on line para pedido de vistos de não imigrante para os Estados Unidos da América (EUA) entra em funcionamento a partir do dia 5 de Abril do corrente ano, deu a conhecer hoje, quarta-feira, em Luanda, a representação diplomática deste país em Angola.
Apresentado em conferência de imprensa pela vice-cônsul dos EUA em Angola, Sara Marti, o formulário resulta do aumento crescente da demanda por vistos deste país em todo o mundo.
Por este facto o Departamento de Estado Norte Americano decidiu usar novas tecnologias para melhorar a eficiência e segurança do processo de pedidos de vistos.
Designado igualmente por DS-160, ele integra elementos de todos os formulários existentes para pedidos de visto de não imigrante num só documento interactivo on line, designado de Centro Consular de Requerimento Electrónico (CEAC), que podes ser acessado por meio dos endereços http://ceac.state.gov/genniv ou http://travel.state.gov.
De acordo com Sara Marti, as vantagens deste novo formulário consistem no facto de o interessado ter de preencher um só formulário ao invés de três, assim como possuir vários pontos de assistência em língua portuguesa, para ajudar a preenchê-lo de forma correcta.
Acrescentou ainda que as pessoas podem preencher um só formulário para um grupo inteiro, com alterações apenas nos dados pessoais, ao invés de serem vários.
A mesma aplicação pode ser guardada no disco duro do computador para ser terminada em outra ocasião, o que pode ajudar sempre que o interessado tenha de fazer uma nova entrevista, reutilizando o formulário preenchido na última entrevista.
Outras das vantagens, disse Sara Marti, está também no facto de o interessado só ter de imprimir a última página para apresentá-la na entrevista.
A diplomata referiu ainda que o processo de aplicação é igual ao anterior, sendo a única coisa a mudar o novo formulário, também designado por DS-160.
Por este facto, devem as pessoas interessadas em obter um visto primeiro preencher o formulário DS-160 (on line), seguidamente marcar a entrevista (on line) e, no dia marcado, pagar os emolumentos e fazer a entrevista.
Explicou que o processo de preenchimento do formulário DS-160 inicia com informações, seguindo-se a escolha da embaixada, que no caso é Luanda, aplicação da fotografia, mas caso não consigam esta fase podem leva-las em mão no dia da entrevista.
Na etapa seguinte, a quarta é a do preenchimento do formulário, no qual os interessados devem fazê-lo com atenção e cuidado, realçando o facto de existir também sempre uma explicação em português ao lado de cada pergunta.
A vice-cônsul adverte que na parte final do formulário existem perguntas cujas respostas devem ser sim ou não e para as quais se deve prestar muita atenção, uma vez que se forem falsas corre-se o risco de nunca mais esta pessoa poder ser elegível para um visto neste país.
Explica ainda que caso a pessoa se dê conta de ter cometido um erro ao enviar a aplicação deve esperar até chegar a embaixada para fazer a entrevista e avisar de imediato ao assistente consular que esteja presente.
Sara Marti deu a conhecer que na altura de submeter a aplicação o número de passaporte constitui uma assinatura electrónica.