Luanda - O Presidente da República como chefe do Executivo tem a capacidade de controlar a aplicação da Lei da Probidade Pública recentemente aprovada pela Assembleia Nacional.
Esta afirmação é do ecarregado para os assuntos sociais da Igreja de Jesus Cristo sobre a Terra (Kimbanguista), reverendo
Santos Diangani, em entrevista exclusiva a Angop concedida neste sábado.
De acordo com o responsável religioso o chefe de estado deve criar mecanismos de controlo da gestão do erário público por parte
dos dirigentes nomeados.
Segundo o reverendo Santos Diangani, "o maior fiscalizador da lei da probidade pública é o povo, uma vez que os politicos ao serem
eleitos para cargos públicos devem escutar as sugestões dos cidadãos".
"O povo tem o dever de fiscalizar a aplicação da lei da probidade pública e os que são eleitos tem o poder devem escutá-lo", referiu.
Segundo o reverendo Santos Diangani, o Estado angolano é toda a população e todo o cidadão que é nomeado para gerir o erário
público deve ser sério e trabalhar pensando no desenvolvimento do país.
"Quando vamos a voto devemos eleger os melhores dirigentes do país com vista a melhorar o nivel de vida das populações em todos
os dominios como saúde, educação e reconstrução de infra-estruturas", realçou.
A Lei de Probidade Pública define um conjunto de normas que consagram deveres, responsabilidades e obrigações aos servidores públicos na sua prestação.