Caxito - Funcionários públicos da cidade de Caxito, província do Bengo, manifestaram hoje, terça-feira, nesta localidade, a sua satisfação pela aprovação da nova Constituição da República de Angola, augurando que o documento seja distribuído o mais breve possível na várias regiões do país.
Entrevistados pela Angop, professores do Instituto médio politécnico "Kimamuenho" de Caxito, consideraram a Constituição um instrumento jurídico primário que deve ser distribuído em todo País, por forma que todos os angolanos possam ter acesso a lei magna.
Os docentes Hernâni da Silva e Adriano Miguel convergem na opinião que o conhecimento imediato dos artigos plasmados na Constituição é de capital importância, para que a população conheça os seus direitos e deveres para com a pátria.
Já o funcionário da direcção provincial da Educação do Bengo, João António, sublinha que a nova lei magna marca um momento histórico do país.
Reiterou a importância da Constituição circular imediatamente entre os angolanos para que estes se actualizem sobre este importante documento para o normal funcionamento do país.
O coordenador do curso de educação do Instituto médio politécnico Kimamuenho, André Manuel, salientou que a nova Constituição constitui um elemento orientador da qual cada cidadão deverá rever-se nela, razão pela qual o Governo deve colocá-la a disposição da sociedade.
A nova carta magna do país foi promulgada, na sexta-feira última, pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, contendo 244 artigos e três anexos, nomeadamente, sobre Bandeira Nacional, Insígnia Nacional e o Hino Nacional.
Numa nota, a Imprensa Nacional refere que a lei magna já está editada em livro, estando a ser comercializada nas habituais lojas e nos principais centros de abastecimento aos cidadãos, ao preço de dois mil Kwanzas.