Rio de Janeiro - Os policiais militares da Bahia decidiram colocar fim a greve que desatou uma onda de violência com um saldo de 157 mortos, informou o site G1 da Globo.
Os factos ocorrem poucos dias antes do início do Carnaval, que reúne milhões de pessoas a cada ano. O movimento tinha se enfraquecido após a expulsão na quinta-feira passada da Assembleia Legislativa do estado, tomada por cerca de 200 policiais e vários líderes do movimento.
Em Salvador, os policiais acordaram com o governo um ajuste salarial e serão revogados os processos administrativos e ordens de prisão contra os participantes do movimento, informou o jornal Correio da Bahia.
Apenas não serão libertados dois líderes da greve, incluindo Marco Prisco, o principal líder do movimento, preso na quinta-feira.
Os policiais voltarão imediatamente a seus postos de trabalho e garantirão sua participação na operação de segurança para o Carnaval, que requer cerca de 20.000 homens, segundo adiantou o governo.
Os policiais militares e bombeiros do Rio de Janeiro mantêm sua greve, também fragilizada.