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09-07-2012 17:03

Licenciatura
Formação dos bolseiros demonstra política de quadros do Governo

Angop
Secretário de Estado para Urbanismo e Construção Joanes André
Secretário de Estado para Urbanismo e Construção Joanes André
 
 
Luanda – A formação de jovens bolseiros no estrangeiro, como o caso do grupo que chegou da China, “demonstra a importância da política de formação de quadros implementa pelo Governo angolano”, afirmou hoje (segunda-feira), em Luanda, o secretário de Estado para Urbanismo e Construção, Joanes André. 
 
 
Em declarações à Angop no aeroporto, depois de efectuar a recepção dos bolseiros, o responsável deu a conhecer que “a formação dos jovens é uma demonstração da política de formação de quadros do governo, visto que um país sem quadros não tem futuro”, acrescentou.
 
 
Para o engenheiro, a formação de tais elementos “é uma mais valia para o reforço da capacidade técnica de acompanhamento das obras, podendo os referidos quadros contribuir bastante para a manutenção e realização de projectos com empresas chinesas, tendo em conta a vantagem linguística desses licenciados”.
 
 
Segundo o secretário, os 31 bolseiros angolanos obtiveram o seu grau de licenciatura a 29 de Junho e agora estão no país para mostrar que Angola vai continuar a seguir o rumo certo, na área de engenharia civil, e, assim, o país obtém mais reforço técnico, daí que o ministério vai continuar a materializar projectos do género a nível nacional.
 
 
No mesmo âmbito, disse Joanes André, a 29 de Junho, entidades do Governo angolano e da China assinaram um “memorando” no qual o programa prevê a superação técnica e profissional de outros quadros nacionais do sector que exercem já a sua actividade.
 
 
De acordo com o secretário de Estado para Urbanismo e Construção, um outro grupo de cerca de 60 bolseiros angolanos, também adstritos ao Ministério das Obras Públicas e Urbanismo encontra-se na China a efectuar a licenciatura, formação que esperam concluir dentro de dois a três anos.
 
 
A cooperação com a China no ramo, justificou, surge porque é um país de alta tecnologia, a segunda maior potência mundial actual, com a qual Angola mantém excelentes laços de cooperação a vários níveis, “daí a visão de se escolher o envio de jovens técnicos médios para fazerem a formação na especialidade de engenharia civil”.
 
 
Entretanto, diante do avanço das novas tecnologias e a necessidade de enquadrar os técnicos nacionais no actual desenvolvimento das ciências a nível do mundo, o Ministério das Obras Públicas e Urbanismo vai continuar a assinar acordos com vista a dar formação superior e mais actualizada aos quadros angolanos em vários países.





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