Joanesburgo (Dos enviados especiais) – Depois do último treino das selecções da Holanda e da Espanha, as atenções voltaram-se para o jogo da final do Mundial2010, a disputar-se neste domingo, no Estádio Soccer City, em Joanesburgo, África do Sul.
Ambas formações nunca venceram a mais importante taça da FIFA, pelo que o continente berço da Humanidade testemunhará o “nascimento” de novo campeão, num dia que reserva ainda o adeus do tigre Kazumi (mascote) e actuação da cantora colombiana Shakira.
As duas “realezas” entram em cena para disputar a coroa mais desejada por todos participantes do Mundial, mas apenas uma deverá ficar com o troféu. Holanda e Espanha, apesar de adversários, apresenta alguns pontos comuns na curiosidade entre ambas.
Cada um dos finalistas representa pais guiado por monarquias parlamentistas. O Reino dos Países Baixos (Holanda) já esteve em duas finais, porém sempre fracassou. Foi assim em 1974 diante da Alemanha e quatro anos depois frente à Argentina.
A Laranja quer mudar a história e mais do que isso pretende construir nova página, em África, para atingir o topo. Sob olhar atento da Rainha Beatriz, a Holanda joga a batalha final, enquanto a Fúria, pertencente ao Reino da Espanha, conseguiu a melhor prestação de sempre em Mundiais, depois de 1950 ter chegado ao quarto lugar. O Rei Juan Carlos I, tal como a rainha holandesa, espera por atitude da campeã europeia de 2008.
O passado da Holanda e Espanha, tanto no futebol como na História, é digno de reverências. Porém, somente um dos finalistas poderá dizer após a decisão no Soccer City que é rei fora e dentro de campo, já que as duas selecções possuem valor e jogadores influentes, capazes de conduzir os seus plantéis ao pico máximo.